Weverton Rocha, candidato de Flávio Dino ao Senado, cobrou propina em contratos no ministério do Trabalho Carlos Lupi e Weverton Rocha do PDT são comparsas no crime, segundo a Polícia Federal.

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LUPI e Weverton

Segundo site Misto Brasília, o ministério do Trabalho já esteve envolvido em outros escândalos além da manipulação na concessão de registros sindicais, conforme foi revelado em operação da Polícia Federal nesta quarta-feira, que investiga o presidente do PDT, Carlos Lupi. Em 2011, denúncia apontava que parlamentares e servidores cobraram propina para liberar recursos na contratação de entidades para dar cursos de capacitação profissional.

Entre os envolvidos na falcatrua estava o agora deputado federal Wewerton Rocha. O esquema estipulava a propina de 5% a 15%. Os contatos seriam feitos através de Wewerton, então assessor especial do ex-ministro Carlos Lupi.

Weverton é investigado por peculato e corrupção, por suposto envolvimento com o desvio de verbas do Ministério do Trabalho, por meio da contratação irregular de ONGs.

Ontem, a situação de Carlos Lupi e do PDT se complicou mais ainda. Parte de depoimentos do delator Carlos Miranda que foi um dos principais assessores de Sérgio Cabral, o ex-governador do Rio de Janeiro e que está preso, foram divulgadas. O criminoso confessou que a quadrilha do ex-governador usou até helicópteros para transportar dinheiro roubado. Em trechos da delação, contou que em 2012 recebeu a ordem de Cabral, para fazer pagamentos mensais de R$ 100 mil ao PDT, partido de Weverton Rocha e presidido por Carlos Lupi, que aparece na foto com o deputado.

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