UOL, parceiro da Folha, agride Bolsonaro com mentira em manchete Colunista acusou Bolsonaro de violência sexual

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A imprensa de esquerda já não tem limites há muitos anos, mas desta vez extrapolou e caiu no ridículo de acusar o Presidente da República, Jair Bolsonaro, de um crime que não cometeu.

A Manchete criminosa do site UOL diz que Bolsonaro cometeu violência sexual contra jornalista.

O colunista que assina a matéria no site, Leonardo Sakamoto, cometeu crime, isto sim, aí dizer entre outras agressões ao presidente, que
“Apesar de seu comportamento agressivo, egocêntrico, pouco empático e sem remorso demonstrar psicopatia, ele mostrou mais uma vez que usa, compulsivamente, o cargo de forma racional e consciente para cometer crimes contra aqueles que enxerga como adversário”, escreveu o colunista.

O UOL se referia a fala de Bolsonaro na manhã desta terça-feira 18, em que
O presidente citou um depoimento na CPI das Fake News, sobre a forma que, segundo Hans River, a repórter Patrícia Campos Mello do jornal Folha de S.Paulo, teria tentado conseguir informações do depoente, se insinuando sexualmente para conseguir um furo jornalístico.

River contou aos deputados que a jornalista da Folha teria se oferecido sexualmente para obter informações que ele se negou a dar, por serem inverdades, disse ao depor na CPI.

Claramente, Bolsonaro se referia ao depoimento de Hans River, mas alguns jornais, incluindo a Folha que pegou mais leve, mas também mentiu em sua manchete sobre o assunto postando: “Bolsonaro insulta repórter da Folha com Insinuação sexual”.

A Folha também comete crime já que Organização Mundial da Saúde (OMS) define violência sexual como “insinuações sexuais indesejadas; ou todo ato sexual, tentativa de consumar um ato sexual; ou ações para comercializar ou usar de qualquer outro modo a sexualidade de uma pessoa por meio da coerção por outra pessoa, independentemente da relação desta com a vítima, em qualquer âmbito, incluindo o lar e o local de trabalho”, ora, Bolsonaro não teve a intenção de praticar ato sexual com a repórter, muito menos com outra pessoa. Uma distorção dos fatos em manchete de veículo de comunicação de grande circulação.

O código civil brasileiro prevê diversas tipificações pata Violência sexual mas nenhuma sobre falar sobre outrem, que se enquadraria no máximo em injúria ou difamação.

Pelas leis brasileiras, a violência sexual se dá ao constranger alguém com o intuito de obter vantagem ou favorecimento sexual, para si, ou para outro, o que Bolsonaro não fez e ele sim, é injuriado e difamado por UOL e Folha de São Paulo.

A advocacia Geral da União deveria se pronunciar sobre as agressões ao presidente da República.

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