Única santa brasileira usava outro nome Santa Dulce dos Pobres não se chamava Dulce

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A agora Santa Dulce dos Pobres que ficou conhecida como irmã Dulce,  não usava seu nome verdadeiro, que é Maria Rita Lopes Pontes.

Maria Rita foi canonizada hoje pelo Papa Francisco, por ter sido, uma das religiosas mais populares do Brasil e com  seu  trabalho filantrópico e pelo legado que deixou nas Obras Sociais que levam o nome que usava “Irmã” Dulce”.

Algumas congregações permitem a troca de nome para ordenados pela igreja católica.

O Vaticano considera, oficialmente, que  Irmã Dulce  é a primeira santa brasileira. Embora outras brasileiras e uma religiosa que atuou no país tenham sido canonizadas pela Igreja Católica, a irmã Dulce é a primeira mulher realmente nascida no Brasil que teve milagres reconhecidos pelo Papa.

A  cerimônia de canonização que a tornou santa na manhã deste domingo (13/10) na Praça de São Pedro, no Vaticano,  contou com a presença de gente também conhecida por outros nomes, como Rodrigo Maia, presidente da Câmara, também conhecido “Botafogo” nas planilhas do crime da Odebrecht (ladainha:Senhor, tende piedade de nós) , ACM Neto que também ficou conhecido por “Grampinho”, (ladainha:Senhor, tende piedade de nós), e mais alguns politicos, como o presidente do Senado, Davi Alcolumbre que usou notas  falsas  para a prestação de contas, nas eleições,(ladainha:Senhor, tende piedade de nós) entre outras figuras do submundo da política brasileira., (ladainha:Senhor, tende piedade de nós).

A santa, também ficou popularmente, conhecida como Anjo Bom da Bahia. Com dois milagres oficialmente reconhecidos pelo Vaticano, a freira baiana ficou conhecida nas ruas de Salvador por acolher inicialmente em um galinheiro, pessoas miseráveis que precisavam de cuidados. Dulce buscou ajuda e doações de empresários ricos e políticos  , (ladainha:Senhor, tende piedade de nós) hoje o galinheiro é um império na saúde pública da Bahia.

Maria Rita de Souza Brito Lopes Pontes nasceu em 26 de maio de 1914, em Salvador. Filha de uma família de classe média, perdeu a mãe aos 7 anos, tendo sido criada pelo pai junto com mais quatro irmãos e irmãs.

Na adolescencia fazia curativos em pessoas em situação de rua na porta de casa, em Nazaré, na região central da capital baiana. A menina filha de um dentista era apaixonada por futebol e torcedora do Esporte Clube Ypiranga, um time da classe popular e de enorme sucesso na Bahia no início do século XX —, Maria Rita formou-se para o magistério em dezembro de 1932 e entrou para a Congregação das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, no Convento de Nossa Senhora do Carmo, em São Cristóvão (Sergipe).

Consagrada freira em agosto de 1933, adotou o nome de Irmã Dulce, em homenagem à sua mãe. Dali, retorna à cidade natal, Salvador, onde morreu no dia 13 de março de 1992, aos 77 anos.

A religiosa criou as Obras Sociais Irmã Dulce, um dos maiores complexos de saúde com serviço gratuito do Brasil, atualmente faz, em média 3,5 milhões de atendimentos ambulatoriais por ano, está deficitário e enfrenta problemas financeiros além de acusações de mau uso ou desvios de dinheiro público vindo do SUS. (ladainha:Senhor, tende piedade de nós).

 

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