Uma luz no fim da posse Dodge toma posse com denunciados, mas vinho não

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A foto da posse de Raquel Dodge como Procuradora Geral da República é um reflexo do poder do crime. Ladeada por investigados pela própria PGR, (o presidente do Brasil, Michel Temer, o do Congresso Nacional, Eunício Oliveira, e o da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia), ela afirmou que o Brasil seguirá em frente porque o povo brasileiro acompanha as investigações, cobra resultados e não tolera a corrupção.

Além do discurso, Raquel Dodge não convidou nenhum dos investigados para o tradicional jantar de posse na noite de ontem (18). Segundo informações de bastidores, Eunício Oliveira teria forçado um convite e comparecido à festa.  Parlamentares de diversos partidos tentaram a mesma estratégia de Eunício, mas, sem sucesso, foram barrados na festa regada a vinho e espumante.

Quem assistiu a posse ficou com a impressão de que os criminosos estão vencendo a batalha, mas a luz no fim do túnel surgiu de noite, quando foram barrados na festinha.

O presidente do Senado, Eunício Oliveira e o presidente da Câmara, Rodrigo Maia são investigados desde que a Lava jato descobriu o pagamento de milhões de reais a Eunício Oliveira, registrado com codinome nas planilhas da Odebrecht de “Índio” e Rodrigo Maia, com codinome “Botafogo”.

O presidente da República Michel temer lidera um esquema de recebimento de propina do qual participam vários ex-deputados peemedebistas. Os valores roubados já rastreados ultrapassariam os R$ 587 milhões desviados da Petrobras, da Caixa Econômica Federal, de Furnas, do Ministério da Integração Nacional.

O ex-procurador-geral, Rodrigo Janot afirmou que políticos do PT e do PP também faziam parte da grande quadrilha do presidente Michel Temer.

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