Tiros no acampamento próximo ao preso Lula, em Curitiba Duas pessoas teriam ficado feridas na madrugada deste sábado

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Por volta das 4 horas, pessoas não identificadas dispararam tiros contra os manifestantes que fazem a vigília na rua do acampamento, em Curitiba, em favor do ex-presidente Lula da Silva, que está preso na superintendência da Polícia Federal. Duas pessoas teriam ficado feridas. Hoje pela manhã, houve protestos em ruas próximas que foram fechadas. Os militantes protestaram contra o atentado bloqueando vias com fogo em pneus, no início da manhã.

Há pouco, a senadora e presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann, classificou o incidente como um “grave atentado”. “Companheiro Jeferson, de São Paulo, baleado no pescoço corre risco de morte. Esperamos providência rigorosa por parte das autoridades de segurança”.

A Polícia Federal de Curitiba havia solicitado na terça-feira (24) a transferência do ex-presidente Lula para um estabelecimento prisional adequado para o cumprimento da pena.

Entre os argumentos, os gastos para manter Lula preso muito alto por conta da segurança, a rotina da PF ter sido modificada e as constantes confusões geradas pela presença de manifestantes próximos ao local.

Segundo a Polícia Militar, um homem teria atirado contra um outro homem na rua Padre João Wislinski no bairro Santa Cândida. Este homem integraria o acampamento do PT. Oficialmente não há informações sobre os motivos dos tiros. Para os manifestantes foi um ataque com disparos de 20 tiros. Esta informação também não foi confirmada pela polícia.

Manifestantes mostraram roupas de uma das vítimas atingidas pelos tiros.

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