SUPREMA VERGONHA DERROTA A LAVA JATO STF cria nova lei que manda corruptos serem investigados por justiça eleitoral ineficiente

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Lula , colocou advogado Toffoli que nunca passou em concurso no STF

A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de que crimes como corrupção e lavagem de dinheiro devem ser enviados à Justiça Eleitoral quando estiverem conectados com o caixa 2, que é a não declaração na prestação de contas eleitorais de valores coletados em campanhas, demonstra que o Brasil sofre de um mal muito maior que a corrupção em si.

O Brasil está aparelhado por criminosos que lançaram mão do legislativo, do executivo e do judiciário. Ministros sem nenhuma vergonha votaram por encaminhar os crimes de roubo do dinheiro do povo (corrupção) para uma justiça eleitoral lenta e sem resultados, um verdadeiro escárnio com a população brasileira.

Por 6 votos a 5, a casta de malfeitores jurídicos e protetores dos corruptos derrota um dos princípios da Operação Lava Jato: A punição dos culpados.

Esses nomes devem ser lembrados pelo enterro da maior operação que já houve no Brasil contra a corrupção. São eles que votaram para enterrar as investigações:

Marco Aurélio (relator)

Alexandre de Moraes

Ricardo Lewandowski

Gilmar Mendes

Celso de Mello

Dias Toffoli

Estes outros ministros votaram contra o enterro da Operação, mas foram derrotados:

Edson Fachin

Luís Roberto Barroso

Rosa Weber

Luiz Fux

Cármen Lúcia

Dias Toffoli, o último a votar no caso, teve o descaramento de afirmar que “Todos aqui estamos unidos no combate a corrupção”, sim, ele disse isso, sem ficar com a cara vermelha de vergonha.

O Jabuti de criar leis pelo STF foi facilitado aos ministros “legisladores” durante a análise, veja bem, eles criaram uma lei, durante a análise de uma questão de ordem apresentada em um inquérito que investiga utilização em 2010 de R$ 3 milhões roubados do povo, além de demais recursos desviados dos hospitais, das escolas pelo ex-prefeito do Rio de Janeiro Eduardo Paes (DEM) e pelo deputado federal Pedro Paulo (DEM-RJ).

A investigação tem como base delações de executivos da Odebrecht, que afirmaram que Pedro Paulo e Paes são ladrões de dinheiro do povo.

A Justiça Eleitoral, não tem estrutura para processos mais complexos, o que, segundo procuradores da Operação Lava Jato, pode levar à maior demora e risco de prescrições, além de risco da anulação de atos já realizados pela Justiça Federal.

Além disso, Dias Toffoli, o advogado que nunca passou em concurso público e foi levado ao Supremo pela quadrilha do PT, anunciou  que vai abrir inquérito criminal para apurar “notícias fraudulentas”, ofensas e ameaças, que “atingem a honorabilidade e a segurança do Supremo Tribunal Federal, de seus membros e familiares”.

 

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