STF solta mais um preso pela Lava Jato Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil de Sérgio Cabral vai ser solto

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Os ministros do Supremo Tribunal Federal mais criticados por atuarem em favor de soltarem criminosos,  Ricardo Lewandowski, Gilmar Mendes e Celso de Mello  concederam habeas corpus a Régis Fichtner, ex-chefe da Casa Civil de Sérgio Cabral.

Segundo osoprocuradores queqpediram a prisão do beneficiadob com a liberdade pelopSTF,   há ‘farta demonstração’ de que .existe patrimônio ocultado por Fichtner, além de indícios de sua atuação na destruição de provas. “A manutenção de Régis Fichtner solto permitiria a dilapidação patrimonial, lavagem e ocultação de bens fruto de práticas criminosas”, argumentam os procuradores da República integrantes da força-tarefa da Lava Jato no Rio de Janeiro.

Figura central do braço administrativo da organização criminosa de Cabral, Fichtner comandou a Casa Civil nas duas gestões do ex-governador, entre 2007 e 2014, e recebeu mais de R$ 1,5 milhão em propina. Como chefe da Casa Civil, “era o responsável por articular os atos de governo mais importantes, usando de sua habilidade jurídica para buscar saídas minimamente defensáveis (aos olhos daqueles que desconheciam os atos de corrupção e a verdadeira motivação do ato) para justificar, por exemplo, alterações contratuais, editais de licitação, benefícios fiscais ou mesmo a contratação de obras”, detalham os procuradores.

Ele tinha relacionamento bastante próximo a Cabral, ocupando cargo estratégico na administração estadual, a partir do qual pode ter efetuado diversas manobras em favor dos demais membros da organização criminosa, bem como dos corruptores.

 

 

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