STF pode provocar Intervenção militar

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“Nessa situação que vive o Brasil, resta perguntar às instituições e ao povo quem realmente está pensando no bem do País e das gerações futuras e quem está preocupado apenas com interesses pessoais?”, escreveu o comandante do exército, general Villas Boas, no Twitter.

E ele não fala sozinho. O general Freitas e o general Mioto deram incondicional apoio. Alguns generais já falam em “trincheira” e usam gritos de guerra como “Aço” e “Selva” nas diversas postagens de comandantes da ativa que até então estavam quietos frente às transloucadas decisoes do Supremo Tribunal Federal – STF.

A flagrante irresponsabilidade dos ministros que contínuamente soltam os presos por corrupção e protegem os denunciados por operações como a Lava Jato, podem incendiar o estopim de uma nova intervenção militar ao decidirem conceder mais um habeas corpus à criminosos do colarinho branco nesta quarta-feira, 4 de abril, quando decidirão sobre o pedido de liberdade do já condenado a doze anos e um mês de prisão, o ex-presidente Lula.

Villas Boas  disse que  compartilha do anseio de todos os “cidadãos de bem” de repúdio à impunidade e de respeito à Constituição e que o exercitose está atento às suas missões institucionais.

Os generais da ativa se unem abertamente ao discurso dos que estão na reserva e que já alertavam para reação militar aos demandos da suprema corte. Hoje, um dos generais da reserva,  Luiz Gonzaga Schroeder Lessa disse para que “ se acontecer tanta rasteira e mudança da lei, aí eu não tenho dúvida de que só resta o recurso à reação armada. Aí é dever das Forças Armadas restaurar a ordem”.

 

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