STF BLOQUEIA REDES SOCIAIS DO GENERAL PAULO CHAGAS Ofensiva do STF continua depois de censura contra revista Crusoé e site Oantagonista

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General Paulo Chagas

Não, não estamos na Venezuela, mas o Supremo Tribunal Federal (STF) age como se Maduro fosse e impõe ao crítico mais ferrenho, o General Paulo Chagas uma censura ditatorial. É isso mesmo que você leu. O STF determinou nessa manhã, que o general Paulo Chagas se abstenha de postar nas redes sociais.

Chagas está proibido de usar Twitter, Facebook, Instagram e WhatsApp. A determinação chegou pouco depois que a residência do general foi alvo de busca e apreensão por determinação do ministro do STF, Alexandre de Moraes.

Foram levados pela PF, um notebook e alguns documentos do general. O pedido foi feito pelo próprio presidente do STF, Dias Toffoli que afirmou que o general usa palavras de ordem violentas e promove “alterações da ordem política e social com grande repercussão entre seguidores”.

Toffoli diz em sua petição para bloquear Paulo Chagas, que foi aceita e determinada por Moraes que, o general Paulo Chagas propôs a criação de um Tribunal de Exceção para julgar ministros do STF ou  para substitui-los, o que para Toffoli seria crime, mas que nós sabemos ser providência da maior urgência, já que o Senado Federal corrompido se recusa investigar as denúncias contra os ministros do STF e é o único poder capaz de questionar os que se acham “deuses” no país.

O último post de Chagas foi pela manhã, assim que soube da “visita” da PF a sua residência. O General está fora de Brasília e só deve voltar a capital federal em dois dias. Veja as postagens de Chagas e avalei você mesmo o porque de o STF estar em ofensiva contra o general.

Ontem, o STF mandou o site Oantagonista e a revista Crusoé retirarem do ar matérias que reportavam o codinome usado pela Odebrecht, para o presidente do STF, Dias Toffoli, conhecido pela quadrilha que mais roubou dinheiro público no Brasil, como “Amigo do Amigo do Meu Pai”.

A matéria dava conta de um depoimento prestado por Marcelo Odebrecht com anexos de e-mails citando o codinome do líder máximo da Suprema Corte.

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