SEGOV: Quem disse que ia melhorar errou feio! Situação de Flávia Arruda piora no governo com confirmação de condenação de seu marido, ex-governador do DF

0

A saída do General Ramos já deixa saudades pela peculiar forma organizacional Militar, o general sempre simpático e receptivo, contrasta com a atual ministra Flávia Arruda.

A atual ocupante da Secretaria de Governo do presidente Jair Bolsonaro, não conseguiu nem mesmo montar uma estrutura competente na Segov, empregando gente despreparada, sem relação políticas e levando até funcionários de seu antigo gabinete parlamentar, inaptos para funções de relações diretas com o Congresso Nacional.

Porém esse ainda não é o pior desastre. Às margens de tudo, os líderes no Congresso, vêm reclamando publica e abertamente que, a ministra não atende nem mesmo telefonemas, anda de nariz em pé, tocando somente pedidos de demandas sociais de Brasília, sua própria base eleitoral.

Para piorar ainda mais a situação, que já está levando o presidente à beira do desespero, o rompimento com a Bancada Evangélica já faz água na embarcação furada em que se meteu o presidente.

Deputados da Bancada já estão se organizando para falar com o Presidente Bolsonaro, para pedir a saída da ocupante.

Para piorar a conta, senadores da base do Governo já se vêm como desprezados e sinalizam afastamento do presidente, situação que pode piorar muito neste cenário de CPI da Covid.

A ministra Flávia Arruda é vista como desqualificada para função e seus assessores, sem nenhum preparo para lidar com tantas tendências, trazendo mais desgaste desnecessário ao Presidente da República.

O próprio entorno do presidente da Câmara, deputado Arthur Lira, principal responsável pela indicação de Flávia Arruda, está descontente com a atuação da secretária que deveria abrir as portas para os aliados, mas demonstra não ter traquejo político algum, tendo sido eleita na esteira política de seu marido, o ex-governador do DF, José Roberto Arruda.

A recente manutenção de condenação de Arruda na Justiça, também pesa na avaliação da permanência de Flávia no cargo. Ontem, a 3ª Turma Criminal do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) manteve uma condenação de primeira instância contra o ex-governador por corrupção de testemunha, em uma ação da operação Caixa de Pandora. Há 11 anos, a ação revelou um esquema de pagamento de propinas pelo então chefe do Executivo do DF para deputados distritais, em troca de apoio político.

Comentários