Secretaria de Desenvolvimento trabalha dois megaprojetos para Brasília e promete mais Hospital internacional do Câncer deve ser construído na capital do país que também poderá ganhar Mercado das Nações no parque da cidade

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A Secretaria de Desenvolvimento do Distrito Federal, largou em 2019 com dois megaprojetos para Brasília e promete mais.

Sob a batuta do governador Ibaneis Rocha, a equipe comandada pelo secretário de Desenvolvimento, Ruy Coutinho trabalha dois projetos que podem alavancar a economia distrital, além de gerar milhares de empregos diretos na iniciativa privada, sem custos para o GDF.

As ações políticas estão em pleno vapor. Nesta quarta-feira (15), o secretário de Desenvolvimento se reuniu com representantes do Hospital Internacional do Câncer. A intenção é trazer para a capital federal, a qualidade no atendimento, com um projeto arrojado.

Caso sejam concluídas as negociações entre governo e empresários envolvidos, a expectativa é de geração de milhares  de postos de trabalho em todos os níveis do setor de saúde e na estrutura que será criada para o perfeito funcionamento do projeto de Parceria Público Privada.

A previsão inicial é de atender 30% das  mais de 2.000 cirurgias pelo SUS e 70% pela rede privada de planos de saúde e particulares.

Outra mega iniciativa pretende revitalizar  e reativar pontos e equipamentos imóveis turísticos do GDF, atualmente, em estado lastimável, com toda gama de problemas de
conservação, manutenção e principalmente resultado de administrações consecutivamente equivocadas.

Um desses pontos está no coração da América do Sul, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek. A ideia é transformar o Pavilhão de Exposições do parque da cidade em um mercado internacional.

Tendo em vista à grande capacidade de Brasília de promover múltiplas fusões de culturas de todo
o mundo, o Mercado das Nações pode ser uma grande vitrine de exposição de culturas de todos os continentes.

O Mercado deverá abrigar empreendimentos  relacionados à gastronomia, artesanato e cultura.

A estimativa é de  obter a comercialização  de produtos de 180 países que poderão comercializar produtos e serviços atrativos aos turistas vindos de todo o planeta.

O formato é semelhante aos mercados populares e tradicionais de grandes metrópoles ao redor do mundo, que
consistem em centros comerciais voltados à população local, tendo como principais diferenciais a
ampla variedade de produtos alimentícios, iguarias e especiarias; ofertas de produtos orgânicos,
comercializados por seus próprios produtores; restaurantes e lanchonetes de alimentos tradicionais e
regionais; expressões artísticas e culturais; estruturas e cenografias temáticas e singulares.
Além de expressivamente benéficos à sociedade local, os mercados populares são
considerados atrativos bastante frequentados por turistas.
Apesar de ser a terceira metrópole mais populosa do Brasil, Brasília não
dispõe de um espaço dessa natureza, tradicional, temático e cultural, onde se possa encontrar extensa
variedade de produtos e serviços regionais.

 

 

 

 

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