Rollemberg atenta contra saúde de crianças e pacientes que ficam a mercê da morte Incapacidade administrativa deixa população sem insumos básicos para socorro médico

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O caos na saúde pública do Distrito Federal vai além da falta de médicos e tem nome e sobrenome: Rodrigo Rollemberg não consegue administrar a cidade e deixa faltar de tudo. Na saúde, a falta de cateteres centrais de inserção periférica (um tipo de mangueira plástica de baixíssimo custo) está colocando em risco a vida de pacientes e principalmente de bebês que nasceram abaixo do peso.

A própria Secretaria de Saúde confirma que toda a rede pública do DF está sem estoque deste tipo de cateter e que fracassou na tentativa de comprar os cateteres usados para dar acesso a sondas que levam medicamentos à veia de enfermos e principalmente usados para alimentar as crianças.

O GDF ainda teve a coragem de informar que não vai abastecer os hospitais com o produto antes do dia 10 de julho, mas não deu data para finalizar a compra emergencial e nem a regular dos insumos.

Servidores do Hospital Regional de Santa Maria já haviam feito um alerta por meio de memorando assinado no dia 7 de junho, pelo chefe do Núcleo de Farmácia Hospitalar da unidade, que diz que a falta do cateter coloca em risco de morte os pacientes, principalmente os bebês da UTI neonatal.

Em outro documento, este feito pelos servidores do Núcleo da rede Frio da Secretaria de Saúde, informa que as seringas de um mililitro, usadas para aplicar alguns tipos de medicamentos e vacinas essenciais, como as que protegem contra a febre amarela e o sarampo, estão acabando.

Apesar da Secretaria de Saúde saber que gasta 32 mil seringas destas por mês, há mais de uma semana, restavam menos de 500 seringas deste tipo nas unidades da rede pública de saúde. O secretário de saúde diz que as seringas a empresa que venceu a licitação para a venda das seringas atrasou a entrega. Simples assim.

O Sindicato dos Empregados em Estabelecimento de Serviços de Saúde (Sindsaúde) afirmou que vai denunciar o governo por omissão recorrente e encaminhar a representação ao Ministério Público.

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