Responsabilidade social – da formação à prática social Suzana Schwerz Funghetto – Educadora Especial

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A responsabilidade social na educação superior envolve a prática vivenciada na graduação e o compromisso com uma sociedade mais justa e cidadã.

A Constituição Federal (CF) de 1988, no artigo 205, destaca a responsabilidade social da educação no País, visando ao pleno desenvolvimento da pessoa, seu preparo para o exercício da cidadania e sua qualificação para o trabalho.

As instituições de educação superior têm a responsabilidade com a sociedade de formar profissionais com profundos conhecimentos acadêmicos, criativos, éticos, flexíveis, com cultura geral, espírito empreendedor e, sobretudo, comprometidos com o desenvolvimento social. No âmbito da extensão, a comunidade é atendida transformando o conhecimento adquirido pelo aluno em projeto social.

No mercado de trabalho, o conceito de responsabilidade social implica a noção de que uma empresa não tem apenas o objetivo de fazer lucro e além de trazer benefício financeiro às pessoas que trabalham na empresa, também deve contribuir socialmente para o seu meio envolvente. Desta forma, a responsabilidade social muitas vezes envolve medidas que trazem cultura, estimulam boas condições para a sociedade em todas as dimensões que envolvem saúde, solidariedade, voluntariado, educação e meio ambiente.

As empresas criam programas sociais, o que acaba criando benefícios mútuos entre a empresa e a comunidade, melhorando a qualidade de vida dos funcionários e da própria população. De forma corporativa, as empresas realizam ações que beneficiam a sociedade e as corporações que são tomadas pelas empresas, levando em consideração a economia, a educação, o meio ambiente, a saúde, o transporte, a moradia, as atividades locais e o governo.

Essas ações ajudam a construir um profissional mais solidário, com poder de liderança e estimulam o exercício da cidadania.

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