Quando os padres roubam seu dinheiro e sua saúde: Lava Jato se desdobra em Lava Batina Arcebispo do Rio desviava dinheiro da saúde pública

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Líderes religiosos cretinos transformam a crença de todos nós  em lucrativos serviços, isso sempre soubemos, mas roubar dinheiro da saúde pública é a demonstração do escárnio e descrédito desses marginais nos ensinamentos de praticamente todos os credos.

O dinheiro que deveria ter sido usado em hospitais públicos do Rio de Janeiro, cujos pacientes são na maioria pobres e portanto, deveriam ser ajudados, era roubado pelos padres da igreja católica.

O então padre Wagner Augusto Portugal, braço direito do cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta confessou a participação no roubo de R$ 52 milhões que deveriam ser usados nos hospitais do estado.

Depois que a Lava Jato pegou o religioso,  ele foi expulso do clero e agora virou delator na Operação S.O.S que é um dos desdobramentos da Lava Jato no Rio.

A organização social católica Pró-Saúde, roubava o dinheiro e segundo o ex-governador, presidiário, condenado a mais de 200 anos de cadeia, o cardeal arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta participava do roubo.

A ONG Pró-Saúde é uma das maiores gestorass de serviços de saúde e administração hospitalares do país. Sediada em São Paulo, a organização encontrou no Rio de Janeiro um local para se desenvolver. Os contratos com a administração fluminense chegaram a representar 50% do faturamento nacional da entidade, que cresceu de R$ 750 milhões, em 2013, para R$ 1,5 bilhão, em 2015.

Um pecado que precisa levar para cadeia todos os “Santos”, como João de Deus e outros picaretas.

 

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