Quadrilha do presidente do Brasil é denunciada MPF diz que coronel arrecadava dinheiro roubado para Temer, o chefe do bando

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O Ministério Público Federal afirma que o coronel João Batista Lima Filho arrecadava propina (dinheiro roubado do brasileiro) para o presidente da república, Michel Temer.

A denúncia é gravíssima e foi feita quando o MPF aditou a denúncia apresentada ao STF. Os denunciados, coronel Lima e o advogado José Yunes são amigos muito próximos de Temer e se tornaram réus por participação em uma organização criminosa chefiada pelo presidente Temer.

Lima e Yunes foram presos anteriormente, mas estão em liberdade. Lima arrecadou o dinheiro da propina paga por empresas beneficiadas pelo “Decreto dos Portos”.

“Seu papel na organização criminosa era o de auxiliar os demais integrantes do núcleo político na arrecadação da propina, em especial seu líder, Michel Temer, conforme já narrado na peça acusatória”, afirma o MPF que cita depoimentos de Ricardo Saud, ex-diretor da JBS, e de Lucio Funaro sobre as ações do coronel arrecadador de propina e apresenta documentos relacionados a Temer, encontrados na empresa Argeplan.

O MPF afirma que João Baptista Lima Filho gerenciava o recebimento de recursos e doações de campanha para Michel Temer há décadas e corroboram tudo o quanto exposto acerca das condutas mais recentes do Coronel na organização criminosa.

A Polícia Federal havia prendido temporariamente o coronel João Batista Lima Filho, o advogado José Yunes, amigo e ex-assessor de Temer, o ex-ministro Wagner Rossi e Antonio Celso Grecco, sócio da empresa Rodrimar na Operação Skala, mas foram soltos no sábado de aleluia.

O ministro Barroso já havia determinado anteriormente a quebra dos sigilos bancários de Temer, Yunes e do coronel Lima. Além dos três, também tiveram sigilo quebrado o ex-assessor especial da Presidência da República, Rodrigo Rocha Loures, aquele filmado pela polícia federal correndo com uma mala cheia de dinheiro roubado.

Temer nega tudo e diz que é ficção e que querem difamá-lo.

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