Presidente sem partido

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Nestes últimos dias, uma notícia sobremaneira preocupante é a de presidente sem partido.

Parece filminho de ficção, onde as ideias e os personagens mais extravagantes se apresentam como mocinhos e bandidos, tudo sob o controle do seu criador.

A diferença é que este filme é real e estamos falando do presidente do Brasil…

A Constituição brasileira rege em Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I – A soberania;

II – A cidadania;

III – A dignidade da pessoa humana;

IV – Os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa; (Vide Lei nº 13.874, de 2019)

V – O pluralismo político.

Parágrafo único. Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente, nos termos desta Constituição.

Um presidente amparado pelo estado de Direito regido por uma Constituição democrática tem o dever de estar dentro de um partido político, que represente seus pensamentos e posturas, é no partido que se firmam os apoios e a sustentação política.

Os gurus do presidente que ao mesmo tempo que apregoam “presidente sem partido” e afirmam em redes sociais que a vida política do presidente deve acabar em seis meses deviam ser recolhidos ao ostracismo onde sempre estiveram, e que nunca deveriam ter saído.

E hoje relembrando que boca fechada não entra mosquito, deixamos o Parágrafo único. IV Art. que rege rege-o seguinte princípio nas suas relações internacionais brasileiras

A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.

Em política não se cisca para fora, “cada amigo desprezado torna-se um inimigo voraz.”

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