PM retira acampamento dos 300 em Brasilia

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A Polícia Militar do Distrito Federal retirou na manhã deste sábado (18/6), um acampamento de manifestantes que se autointitula grupo dos 300, apesar de serem apenas 30 pessoas.

O grupo era liderado por Sara Winter ex-manifestante do grupo feminista Femen, famoso por invadir locais nuas. O grupo dos “300” pedia a intervenção militar no Brasil, com fechamento do Congresso Nacional e do Supremo Tribunal Federal (STF).

Segundo a polícia militar a desocupação do espaço foi tranquila, mas nas redes sociais, Sara Winter reclamou afirmando que houve truculência, uso de gás e agressão na retirada dos ocupantes do local.

Sara é controversa. Ela é ex-secretária de Damares Alves no ministério das Mulheres, Família e Direitos Humanos e mentora dos “300 do Brasil”, grupo paramilitar que, segundo ela, é inspiração de Olavo de Carvalho.

Sara Winter costumava lutar com peitos de fora

Sua intenção é “ucranizar”o país, seja lá o que isso significa. Por enquanto, o resultado foi o quase linchamento de um fotógrafo do Estadão em nome do presidente.

O policial Leonel Radde explicou com funciona o tal “300”.

Sara foi exonerada para cuidar de “projetos pessoais”, mas segue firme e forte na defesa do mito. O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) enviou um ofício ao presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), e do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), pedindo sua investigação.

Evangélica fascista, bolsonarista doente, no passado Sara protestou na Paulista juntamente Carla Zambelli, que a processa após ser acusada de aborto.

Em 2014, Sara foi a estrela de um protesto em Copacabana contra o então deputado Jair Bolsonaro.

De seios de fora, manifestou-se contra os ataques de Bolsonaro a Maria do Rosário, quando ele afirmou que “não estupraria” a petista porque ela era “feia demais.”

Sara corta pênis de Bolsonaro

Durante o ato, Sara, de seios de fora, convocava os manifestantes a “cortar o pênis” de um boneco que simbolizava Bolsonaro.

Ela e as colegas carregavam faixas e cartazes com palavras de ordem como “A cultura do estupro merece ser destruída” e “Corte o mal pela raiz – casse Bolsonaro”.

No peito dela, um rotundo “Fora Bolsonaro”. Esquerdopata total. Leia:

Sara Winter corta penis contra Bolsonaro machista

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