Petistas desesperados: Lava Jato chega em Aécio, Kassab e Temer atual presidente da república é integrante da quadrilha, diz delator.

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Roubaram juntos diz delator
Quadrilha denunciada por um de seus integrantes

A falsa esquerda perdeu de vez o argumento de que a Lava Jato perseguiria o maior chefe de quadrilha dos últimos tempos, o Lula. O papo furado cai totalmente com a revelação de Claudio Melo Filho, um dos integrantes da quadrilha. Melo esclarece quem são os políticos escondidos por apelidos dados pelo departamento de propina da empresa de fachada, a organização criminosa disfarçada de Odebrecht.

Segundo o ex-diretor da Odebrecht, as planilhas que relatam entregas de milhões de reais a “mineirinho” são os comprovantes da divisão do dinheiro roubado do contribuinte, com Aécio Neves, isso mesmo, o moço do nariz grande embolsou pelo menos R$15 milhões do nosso dinheiro em 2014.

Já o kafta seria o ministro de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab (PSD-SP), integrante da facção comandada por Michel Temer e que se apoderou da máquina executiva federal. O Braço criminoso de Temer, ministro Kafta embolsou R&2,5 milhões roubados do nosso bolso.

As alcunhas “mineirinho” e “kafta” apareceram pela primeira vez em buscas da Polícia Federal durante a 26ª fase da Lava Jato, a Xepa. As entregas foram feitas pela secretária Maria Lúcia Tavares, do departamento de propina da Odebrecht.

Já o presidente da república, Michel Temer, exigiu em 2014, segundo seu comparsa, a bagatela de R$ 14 milhões como parte da sua atuação no roubo da fortuna que eles, com o apoio do STF continuam a nos roubar.

Enquanto isso, parte da população vai às ruas reclamar democraticamente, mas são ignorados. Eles ordeiros e fazem pouco barulho. Não incomodam os ladrões que esbanjam em caros restaurantes, lojas e viagens o nosso dinheiro. Outros mais revoltados até invadem até o Plenário da Câmara exigindo uma intervenção militar, na esperança que se prenda essa gigantesca organização criminosa, mas as forças armadas, comandadas por coniventes com o crime, se fecham na caserna, com medo até de traque.

Na delação de 82 páginas desse meliante, integrante da quadrilha, membro de carteira assinada na facção Odebrecht, relata como a maior empreiteira de fachada do país distribuiu propinas milionárias, entre os integrantes da máfia infiltrados e com altos cargos no Congresso nos ministérios e órgãos e na cadeira de presidente da República, só parlamentares federais foram 48 delatados.

Segundo o delator Claudio Melo, R$ 10 milhões foram entregues em dinheiro vivo ao braço direito do presidente Temer, o ministro chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha e para José Yunes, integrante da quadrilha de Temer, há pelo menos 50 anos.

O estarrecedor é a comprovação, segundo o delato, que governadores, deputados, senadores, ministros, ex-ministros, assessores, ex-presidentes, o atual presidente da República e todos os envolvidos em alguma espécie de e administração pública roubam o nosso dinheiro constantemente e são livrados, protegidos e blindados para cometerem crimes sucessivos pela Suprema Corte desse país.

 

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