Operação de guerra para conter óleo derramado na costa brasileira Marinha envia dois dos maiores navios e outras embarcações

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O presidente Jair Bolsonaro disse que a catástrofe do derramamento de óleo na costa brasileira pode se tornar ainda maior.

A Marinha brasileira montou uma verdadeira operação de guerra para ajudar a conter o óleo que pode chegar às praias brasileiras, além do que já está sendo retirado.

Jair Bolsonaro disse que  “uma catástrofe ainda maior está para acontecer”. O presidente foi alertado de que o volume vazado pelo navio de bandeira grega, Bouboulina é muito maior do que o que já chegou às praias brasileiras.

Os dois maiores navios da Marinha do Brasil saem do Rio de Janeiro nesta segunda-feira (4) em direção ao Nordeste do país para ajudar no combate ao derramamento na região. O primeiro navio, o Atlântico, deixou o Arsenal de Marinha, na Zona Portuária do Rio, ao meio-dia. O segundo, o navio-doca multipropósito Bahia, deixará a Base Naval do Mocanguê, na Baía de Guanabara, às 15h. Além desses, a Marinha também enviou uma fragata, seis aeronaves e navio de menor porte para a operação.

O óleo já atingiu 314 pontos da orla brasileira em 110 municípios afetados nos nove estados do Nordeste: Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe.

O óleo segue em direção ao sul do país e hoje, segunda-feira (4) chegou ao extremo sul da Bahia.

 

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