O CAVALO DO CÃO

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A decadência das velhas lideranças do Senado é nítida, foi-se o tempo dos dossiês, onde se liderava com pastas rosas e pressões com informações de adversários políticos. As oligarquias que até então, comandavam o alto clero do Senado foram enterradas vivas pelos novatos apoiados pelas redes sociais, que pressionam por mudanças.

Caiu mais um dos coronéis que lideravam a base de bravatas. Tudo a base do o quanto eu sei de você, um jogo sórdido que funciona para os medrosos, os que tem o rabo preso e são muitos que pagam caro a taxa do “eu sei “.

Quando jovem, já filiado ao MDB, dizem que fazia comício em caçamba de caminhão cheios de catadores de cana, se posicionava como defensor social dos trabalhadores de canaviais, que se sentia como os trabalhadores, sendo assim: um caso clássico de oprimido que se transforma em um déspota. É necessário recorrer não só a história política, mas a psiquiatria para definir tal Senador. Nacionalmente defenestrado pelos brasileiros e adorado em seu reduto eleitoral.

Após uma derrota iminente pela presidência do Senado, em pleno pleito eleitoral se retira e vitimasse, como se um pobre injustiçado fosse. A vergonha de perder para um novato feriu seu orgulho de político poderoso e assim se despede de sua liderança, agora jogado à vala comum do ostracismo politiqueiro, com sua cadeira marcada como um notório velhaco.

Ainda suspirando na cambaleante e decadente vida pública, ganha os holofotes de um bufão, como o verdadeiro “cavalo do cão , sai injuriando e difamando jornalistas, xingando seus antigos parceiros políticos e mostrando sua face de um político desnecessário.

Que a mídia dê sua contribuição tornando-o em um eunuco político.

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