Minneapolis em chamas contra o racismo Bombeiros atenderam 16 incêndios provocados por manifestantes

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Segundo a agência Reuters, Minneapolis enfrentou a terceira noite seguida de protestos contra a morte de George Floyd. Grupos invadiram uma delegacia nesta quinta-feira (28). Os manifestantes também incendiaram carros, imóveis e ainda há registros de saques e vandalismo. Os protestos se tornaram violentos em resposta a morte de Floyd, ocorrida na segunda-feira (25), depois de imobilizado pela polícia.

Manifestantes incendeiam
delegacia

A morte está sendo considerada racismo já que Floyd que é negro estava desarmado e foi morto por policial branco.

Embora o governador Minnesota Tim Walz tenha pedido a intervenção da Guarda Nacional, a cidade parece sem controle.

Policiais tentaram segurar o ataque enfurecido dos manifestantes, com saraivadas de tiros de balas de borracha.

Os bombeiros informaram que foram chamados para apagar incêndios em 16 locais diferentes entre quarta (27) e esta quinta.

Edifícios são queimados em diversos pontos do estado

O presidente Donald Trump, no Twitter, disse que enviará as tropas da Guarda Nacional e “fará o trabalho da maneira certa” se o prefeito Jacob Frey não conseguir controlar a cidade. “Qualquer dificuldade e assumiremos o controle”, escreveu ele em uma rede social.

A Guarda Nacional de Minnesota disse que “ativou” mais de 500 soldados para ajudar as autoridades locais, e principalmente os bombeiros, em Minneapolis, St. Paul e arredores.

Na segunda-feira, a polícia prendeu Floyd do lado de fora de um supermercado de Minneapolis, por suspeita que ele teria feito compras com notas falsas. Uma pessoa gravou a abordagem da polícia. Um policial se ajoelhou no pescoço de Floyd por quase oito minutos, enquanto ele se queixava de que não conseguia respirar e sufocou até a morte.

Policial que assassinou Floyd por sufocamento foi demitido

Os policiais foram demitidos. O Ministério Público dos EUA e o FBI em Minneapolis disseram que estavam conduzindo “investigação criminal robusta” sobre a morte de Floyd.

A Casa Branca informou que o presidente Trump estava “muito preocupado” depois de ver as imagens “atrozes e espantosas” do assassinato e que ele exigiu que a investigação recebesse a máxima prioridade.

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