Lula é presidente, mas governo está em nome de amigos Assim como o sítio e o tríplex, quem responde juridicamente pelos bens não é Lula

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Lula presidente
Lula presidente

De um luxuoso hotel em Brasília, que fica próximo ao Palácio do Planalto e ao Palácio da Alvorada, Luís Inácio Lula da Silva comanda as ações do governo Dilma Rousseff como se fosse seu.

No sítio em Atibaia, apesar de ser declarado de amigos de Lula, a utilização e o desfrute é da família do petista. Roupas, móveis, reformas, tudo é da família ou tocado com supervisão de familiares de Lula.

O tríplex também tem caminho semelhante. A reforma foi tocada pelo filho e pela esposa de Lula. Ele também deu palpites diretamente na obra, mas o apartamento não é dele.

O governo de Dilma também não é dele, mas depois que a presidente deu carta branca para Lula agir como ministro, Luís Inácio negocia cargos  e benefícios em troca de votos para salvar o mandato do PT.  Alguns partidos já estão seduzidos pela conversa mole e o Brasil corre o risco de ver o ministro da Casa Civil, que não tomou posse, continuar sendo o verdadeiro governante de um país sem rumo.

Lula presidente

Paulinho da Força (SD-SP) acusa o governo paralelo de oferecer R$2 milhões para deputado que votar contra o impedimento e 400 mil para quem faltar à sessão de julgamento de Dilma. Ele afirma que os deputados precisam saber que o PT oferece, mas depois não cumpre o combinado.

Hoje, em apresentação de um novo avião da Embraer, a presidente Dilma disse que as possíveis trocas nos ministérios não passam de especulações. Ela esqueceu que demitiu um pessoal que a apoiava e que mudou de ideia.

Indicação do PMDB, o diretor-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), Walter Gomes, deixou o cargo na quinta-feira, 31. O presidente da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), Antônio Henrique Carvalho Pires, foi exonerado. Perderam o emprego o superintendente da Fundação Nacional de saúde no RN (Funasa), Antônio Barbosa, o coordenador estadual do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs), José Eduardo Alves Wanderley.

O vice-presidente da Caixa Econômica Federal, Roberto Derziê de Santanna, demitido em primeiro de abril, era indicação de Michel temer.

O governo Lula/Dilma busca apoio e faz promessas aos deputados do PP, PSD, PR e todos os partidos nanicos que tem deputado federal enquanto abrem as vagas demitindo ex-aliados.

A coisa está tão feia que até o deputado Até Paulo Maluf (PP-SP) acusa o governo de oferecer cargos para comprar votos dos deputados. ele teria dito a Folha que “querem construir maioria dividindo o Executivo”. Incrível!

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