Lava Toga já! Presidente do TJ-MG é criminoso, diz investigação da PF Investigar o judiciário é única maneira de livrar o Brasil da corrupção

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Fernando Pimentel e Nelson Messias

É urgente a aprovação de uma CPI que investigue os crimes do judiciário. Agora, a Polícia Federal levantou que o desembargador Nelson Missias de Morais, presidente do Tribunal de Justiça de Minas Gerais recebe dinheiro por fora, aceita propina em esquemas de corrupção, pratica o tráfico de influência e exploração de prestígio, e fez tudo isso para favorecer o ex-governador do estado, Fernando Pimentel e seus aliados políticos.

A investigação diz que o camuflado de magistrado interferiu em diversas decisões judiciais de outros juízes que por ele foram cooptados para atender interesses dos criminosos que estavam no comando do governo mineiro.

O Juiz também recebeu em troca a nomeação de uma advogada ligada a ele, como desembargadora. Isso mesmo, uma desembargadora do esquema criminoso.

Entre outros delitos o desembargador em 2015 teria ajudado a evitar que o Banco Central entrasse num processo contra o uso de depósitos judiciais para pagamento de despesas estaduais, tudo a pedido da quadrilha de Pimentel.

No mesmo ano, teria atuado em favor do ex-chefe da Casa Civil e de um deputado estadual do PT em processos judiciais.

O processo contra o presidente do TJMG corre em sigilo no Superior Tribunal de Justiça, mas informações vazadas dão conta de mais delitos como atuar em favor de deputados e da Casa Civil mineira.

Um escárnio com a população que espera de um magistrado o mínimo de decência e não que cometa crimes que acabam com o direito de ter um médico em um hospital na hora da doença. Lava Toga é uma necessidade e não pode ser protelada por jogo de políticos corruptos que ainda insistem em proteger o judiciário criminoso para também serem protegidos por uma justiça criminosa.

 

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