LAVA JATO PEDE SUSPEIÇÃO DE GILMAR MENDES Ministro do STF é suspeito de beneficiar criminosos

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A Força Tarefa da operação  Lava Jato encaminhou à Procuradoria Geral da República um pedido de suspeição do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal.

Os investigadores suspeitam de ligação entre os criminosos  investigados, o operador do PSDB Paulo Vieira de Souza, o Paulo Preto,  o ex-senador também criminoso Aloysio Nunes Ferreira e o ministro do Supremo.

A Lava Jato encaminhou um ofício para a procuradora Raquel Dodge, com  extratos de ligações e mensagens que deixam claro e evidente a intensa articulação entre o advogado José Roberto Santoro, o ex-senador Aloysio Nunes, o ex-ministro Raul Jungmann e o ministro do STF Gilmar Mendes.

A intensa articulação culminou com uma canetada do ministro, suspeito de ligação com os criminosos, que soltou Paulo Preto.

Segundo a documentação obtida pela Lava Jato, os criminosos ainda comemoraram  a ação de Gilmar Mendes.

Paulo Preto e Aloysio Nunes foram alvo da Operação Ad Infinitum, Lava Jato 60, deflagrada no dia 19 de fevereiro, relativas as contas na suíça atribuídas a Vieira de Souza que chegaram à cifra de R$ 130 milhões. Um cartão de crédito teria sido emitido em benefício de Aloysio Nunes. As investigações miram a suposta operação de Paulo Vieira para agentes políticos e em pagamentos da Odebrecht a ex-diretores da Petrobrás.

Segundo a força-tarefa, em fevereiro de 2019, Aloysio Nunes atuou, em interesse próprio e do também investigado Paulo Vieira de Souza , junto ao ministro Gilmar Mendes, valendo-se de relação pessoal com este, para produção de efeitos protelatórios em processo criminal em trâmite na 5ª Vara da Justiça Federal de São Paulo

 

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