Lava Jato no caso do ditador amigo de Lula Dinheiro apreendido será investigado por força tarefa

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O procurador-chefe do MPF em São Paulo, Thiago Lacerda Nobre, destacou a força-tarefa da Lava Jato no estado para a Operação Salvo Conduto, que investiga Teodorin Obiang, vice-presidente e filho do ditador da Guiné Equatorial, por lavagem de dinheiro, nesta quarta-feira 24, mas a informação foi divulgada oficialmente hoje, sexta-feira, 26.

Foram destacados os procuradores Thiago Lacerda Nobre, José Roberto Pimenta Oliveira, Anamara Osório Silva, Thaméa Danelon Valiengo, André Lopes Lasmar, Bruno Costa Magalhães, Guilherme Rocha Gopfert, Luiz Mauro Caroni Fleury Curado, Luís Eduardo Marrocos de Araújo, Marco Antônio Ganaghe Barbosa

Em 14 de setembro, a Receita Federal no aeroporto de Viracopos apreendeu US$ 16 milhões em dinheiro e jóias, que estavam na bagagem da comitiva de Teodorin, mas a investigação atinge investimentos, como o suntuoso apartamento duplex localizado no bairro Jardins, em São Paulo, avaliado em R$15  milhões e sete carros de luxo, todos já bloqueados pela justiça.

Investigações anteriores ligam o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ditador Teodoro Obiang. Troca de mensagens interceptadas pela Polícia Federal entre executivos da OAS revelaram em 2015, as relações próximas do agora, presidiário  Lula e algumas das maiores empreiteiras do país na obtenção de contratos de obras públicas em países da África e na América Latina. Um dos casos e que ficou emblemático revelado na 14 fase da Lava Jato, é o das negociações com o ditador da Guiné Equatorial, Teodoro Obiang Nguema, que governa o país a mão de ferro há 35 anos. Obiang financiou o desfile da escola de samba Beija Flor, campeã do carnaval 2015 do Rio de Janeiro com enredo em homenagem ao país africano – o patrocínio, afirmou na época um representante da Guiné Equatorial, foi iniciativa de empresas brasileiras que atuam no país.

Lula e o ditador da Guiné Equatorial Teodoro Obiangffinanciou Nguima
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