Jornal alemão revela 107 “lavanderias” usadas por suspeitos na Lava Jato Escândalo internacional, “Panamá Papers” expõe série de crimes da Mossack Fonseca.

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Lavanderia Internacional
Lavanderia Internacional

O crime de lavagem de dinheiro é o suporte para a corrupção e a Mossack Fonseca do Panamá, é um grupo “especialista” em lavar dinheiro roubado. Segundo o Jornal alemão Süddeutsche Zeitung, 107 offshores criadas pela Mossack, estão ligadas diretamente a empresas envolvidas e políticos citados na operação Lava Jato que investiga o roubo da Petrobrás no Brasil.

Mossack e Fonseca
Mossack e Fonseca é uma das maiores lavanderias de dinheiro roubado do planeta e atua livremente no Canadá.Na foto os fundadores da central internacional de lavagem de dinheiro. 

 

 

 

 

 

 

 

Seis novas contas são surpresa para os investigadores da Lava Jato, que já até deram busca e fizeram apreensões no escritório da lavanderia panamenha no Brasil, durante a 22ª etapa da operação Lava Jato em janeiro deste ano. Entre as 57 pessoas suspeitas de roubar a Petrobrás e que criaram offshores pela Mossack estão Eduardo Cunha, presidente da Câmara dos Deputados, um operador do PMDB  chamado João Henriques e o ex-deputado João Lira do PTB.

Entre as empresas brasileiras que corroeram a Petrobrás e usaram as lavandarias montadas pela Mossack estão a sempre Odebrecht e Mendes Júnior, Schahin, Queiroz Galvão, Grupo de Papel e Celulose Suzano, e Cervejaria Petrópolis. A família Feffer proprietária da Papel e celulose vendeu a Suzano Petroquímica para Petrobras, em 2007 em operação investigada pela Lava Jato.

O jornal alemão, revelou que pelo menos 72 chefes e ex-chefes de estado tiveram ou mantém offshores em países estrangeiros. Também usaram os “serviços da Mossack” pelo menos 140 políticos de mais de 50 países.

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