Golpe final na LAVA JATO: Aras emplaca super engavetadora

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A pedido do Procurador Geral da República, indicado para o cargo, fora da lista tríplice, pelo presidente Jair Bolsonaro, Augusto Aras, o Conselho Nacional do Ministério Público CNMP, determinou que todos os processos da Lava Jato no Superior Tribunal de Justiça sejam encaminhados para a subprocuradora Áurea Pierre e não mais ao grupo designado da força-tarefa.

A subprocuradora é a mesma que quis conceder benefício de regime semiaberto para o ex-presidente Lula, pediu a suspeição do então Juíz Sérgio Moro e é processada internamente por engavetar mais de mil processos.

Com a ajuda do conselheiro conselheiro Marcelo Weitzel, que acatou o pedido de Aras,a PGR enterra a Lava Jato no STJ.

A decisão abre uma avenida de oportunidades para os advogados chaves de cadeia dos grandes corruptos bilionários para pedidos de nulidades de denúncias que tenham sido apresentadas por integrantes da força-tarefa sem a assinatura de Áurea Pierre, agora determinada procuradora única da Lava-Jato.

O mesmo vale para os grupos da Lava Jato nos estados e no Supremo.

A subprocuradora Áurea Pierre, que pediu ao STJ que julgue a suspeição de Sérgio Moro, e a ida de Lula para o regime semiaberto é alvo de um processo disciplinar por engavetar mais de mil processos.

Na portaria que instaurou o PAD, em dezembro de2016, o corregedor Claudio Portela do Rego informou que, entre os anos de 2015 e 2016, a subprocuradora deixou de promover o andamento de centenas de processos judiciais.

No primeiro levantamento em 2017, foram encontrados 773 processos paralisados por 12 meses, dentre os quais 305 relacionados a réus presos.

O último relatório da correição indicou mais que o dobro de processos paralisados: 1650 casos, sendo que 1.001 estavam sem qualquer movimentação havia mais de 1 ano. Ela agora vai “cuidar” sozinha da Lava-Jato.

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