Flávio Dino e derrotados nas eleições pedem afastamento de Moro e Dalagnhol Acusados de diversos crimes soltam nota criticando judiciário

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O governador do Maranhão, Flávio Dino e outros cinco políticos, que foram rejeitados pelo povo nas urnas e na sua maioria são acusados de roubar dinheiro do povo, pediram em nota conjunta, nesta segunda-feira (29) o afastamento do ministro Sergio Moro e do coordenador da Operação Lava Jato, Deltan Dalagnhol.

Os investigados por corrupção não teem poder para pedir afastamento de nenhuma das duas autoridades, mas fazem jogo de cena, tentando livrarem-se de condenações resultantes das investigar conduzidas pela justiça brasileira.

Veja a incrível nota sem validade jurídica:

Em face dos graves acontecimentos que marcaram os últimos dias no Brasil, vimos a público para: 

1. Manifestar a nossa defesa firme e enfática das liberdades de imprensa e de expressão, das quais é consectário o direito ao sigilo da fonte, conforme dispõe a nossa Constituição Federal. Assim sendo, são absurdas as ameaças contra o jornalista Glenn Greenwald, seja por palavras do presidente da República ou por atos ilegais, a exemplo da Portaria 666, do Ministério da Justiça. Do mesmo modo, estamos solidários à jornalista Manuela D’Avila, que não praticou nenhum ato ilegal, tanto é que colocou seu telefone à disposição para perícia, pois nada tem a esconder.

2. Registrar que apoiamos todas as investigações contra atos de invasão à privacidade. Contudo, desejamos que todo esse estranho episódio seja elucidado tecnicamente e nos termos da lei, sem interferências indevidas, como a praticada pelo ministro Sérgio Moro. Este agente público insiste em acumular funções que não lhe pertencem. Em Curitiba, comandava acusações que ele próprio julgaria em seguida. Agora, no ministério, embora seja parte diretamente interessada e suspeita, demonstra ter o comando das investigações, inclusive revelando atos sigilosos em telefonemas a autoridades da República. 

3. Postular que haja o imediato afastamento do ministro Sérgio Moro, pelos motivos já indicados. Em qualquer outro país democrático do mundo isso já teria ocorrido, pois está evidente que Moro não se comporta de acordo com a legalidade, insistindo em espantosos abusos de poder. Do mesmo modo, a Lava Jato em Curitiba não pode prosseguir com a atuação do procurador Deltan Dallagnol, à vista do escandaloso acervo de atos ilícitos, a exemplo do comércio de palestras secretas e do conluio ilegal com o então juiz Moro.

4. Sustentar que é descabida qualquer “queima de arquivo” neste momento. Estamos diante de fatos gravíssimos, que merecem apuração até mesmo junto ao Supremo Tribunal Federal e ao Congresso Nacional, neste último caso por intermédio de Comissão Parlamentar de Inquérito. A República exige transparência e igualdade de todos perante a lei. Altas autoridades que estão defendendo a “queima de arquivo” parecem ter algo a temer. Por isso mesmo, nada podem opinar ou decidir sobre isso. A lei tem que ser para todos, de verdade.

5. Sublinhar que somos a favor da continuidade de todos os processos contra atos de corrupção ou contra atuação de hackers, e que todos os culpados sejam punidos. Mas que tudo seja feito em estrita obediência à Constituição e às leis. Neste sentido, reiteramos a defesa da liberdade imediata do ex-presidente Lula, que não teve direito a um julgamento justo, sendo vítima de um processo nulo. A nulidade decorre da parcialidade do então juiz Moro, já que os diálogos revelados pela imprensa mostram que ele comandava a acusação e hostilizava os advogados de defesa, o que se configura uma grave ilegalidade.

6. Por fim, lembramos que quando os governantes dão mostras de autoritarismo, esse exemplo contamina toda a sociedade e estimula violências, como a praticada contra os indígenas wajãpis, no Amapá, com o assassinato de uma liderança após a invasão do seu território. Cobramos do Governo Federal, especialmente do Ministério da Justiça, providências imediatas para garantia da terra dos wajãpis e punição dos assassinos.

Chega de “vale-tudo”, ilegalidades e abusos. Não queremos mais justiça seletiva e parcial. Queremos justiça para todos.

Assinam:

Flávio Dino – governador do Maranhão sentenciado à inelegibilidade por oito anos por abuso do poder econômico nas eleições municipais de 2016.

Fernando Haddadcondenado  a pagar R$ 200 mil reais de indenização ao promotor do Ministério Público de São Paulo Marcelo Milani, condenado a multa de R$30 mil por impulsionar Fake News na campanha eleitoral contra Bolsonaro, condenado a pagar R$ 80 mil por injúria contra Edir Macedo, acusado pelo delator Ricardo Pessoa, ex-presidente da UTC Engenharia,  no âmbito da Lava Jato, de receber R$ 2,6 milhões, ao todo responde a 30 processos, que vão do recebimento de dinheiro da Lava Jato a denúncias por improbidade administrativa e superfaturamento de obras.

Guilherme Boulos – acusado em diversos processos, inclusive por desobediência” ,  “incitação à violência” e destruição de patrimônio s públicos e privados em  ações de invasões ou reintegrações de posse de propriedades 

Ricardo Coutinho – réu no processo que apura o assassinato de Bruno Ernesto. 

Roberto Requião – acusado pelo ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado disse que a campanha do paranaense recebeu dinheiro de doações em caixa dois feitas pelo frigorífico JBS. Em delação, o executivo Ricardo Saud relatou pagamentos de R$ 46 milhões a políticos emedebistas. Acusado de corrupção enquanto governador teve irmão e pro presos por corrupção em seu governo

Sonia Guajajara –  

 

 

 

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