Filha de ministro condenada a 67 anos por mandar matar os pais e empregada Assassinatos ficaram conhecidos como Crime da 113 Sul

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Depois de 10 anos do triplo assassinato que ficou conhecido como “Crime da 113 Sul,”, a  filha do ex-ministro do TSE,  José Guilherme Villela, foi condenada a 67 anos de prisão.

O Tribunal do Júri de Brasília condenou a arquiteta Adriana Villela, por ser a mandante do assassinato do pai, José Guilherme Villela, advogado e ex-ministro do TSE; a mãe, Maria Villela; e a empregada da família, Francisca Nascimento Silva.

Adriana  pagou R$ 60 mil a um ex-porteiro do prédio onde os pais moravam para assassiná-los a facadas com a ajuda de um sobrinho do porteiro e um entregador de gás.

Casal Vilela assassinado há dez anos

Adriana queria ficar com a fortuna dos pais, mas  mandou matar os  dois e até a empregada doméstica. O julgamento foi o mais longo da história do DF com 100 horas de discussões em 10 dias.

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