Eike Batista preso em desdobramento da Lava Jato Esta é a segunda vez que homem que já foi o mais rico do Brasil vai para prisão

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Eike Batista foi preso na manhã desta segunda-feira (8) pela segunda vez, agora na operação Segredo de Midas.

O dono da EBX foi preso na casa dele,  no Rio de Janeiro, onde cumpria prisão domiciliar há dois anos.

A operação foi motivada a partir do desenrolar das investigações da operação Lava Jato. Os crimes são de lavagem de dinheiro e manipulação do mercado de ações.

Segundo investigações os sócios do banco TAG BANK constituíram a empresa The Adviser Investments (TAI) para gerir os recursos no exterior, mas posteriormente passaram utilizar a TAI para operações financeiras ilícitas, segundo delatores.

Eike e seu sócio, Luiz Arthur Andrade Correia, o Zartha, diretor de investimentos da EBX, recebiam informações privilegiadas e investiam no mercado financeiro sem que seus nomes aparecessem e os ganhos eram revertidos em propinas para o governador Sérgio Cabral.

Os investigadores calculam US$ 16,5 milhões em propina para que o então governador favorecesse os “interesses privados das empresas do Grupo X no Estado do Rio de Janeiro”.

Batizada de Segredo de Midas, a operação, um desdobramento da Lava Jato, busca provas de manipulação do mercado de ações e de lavagem de dinheiro.

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