Degola ministerial à vista. Bolsonaro deve mudar nomes em breve Presidente sinaliza a intenção de trocar mais ministros em uma minirreforma

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Reforma ministerial

O presidente da República, Jair Bolsonaro sinaliza a intenção de trocar mais ministros em uma minirreforma, independentemente dos resultados da votação que deve ocorrer nesta semana, das oito medidas provisórias que estão para vencer no Congresso Nacional. Entre elas, a que trata da reforma ministerial (MP 870/19).

Fontes do Palácio do Planalto informam que além de Bolsonaro estar insatisfeito com o desempenho de algumas pastas, generais, parlamentares e pessoas próximas ao presidente pressionam por mudanças urgentes no quadro.

A lista inclui o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo; Gustavo Canuto do Desenvolvimento Regional; Tarcísio Gomes, ministro da Infraestrutura; Osmar Terra, ministro  da Cidadania; Damares Alves do ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos e o enrolado com denúncias de uso de laranjas nas eleições de 2018, ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

À medida que reorganiza a estrutura ministerial da Esplanada altera o número de pastas e redistribui as atribuições. Por exemplo, segundo o projeto de lei de conversão do senador Fernando Bezerra Coelho (MDB-PE), o atual Ministério do Desenvolvimento Regional seria desmembrado nos ministérios das Cidades e da Integração Nacional, assim como estavam antes do presidente Jair Bolsonaro (PSL) tomar posse. Assim, o número total de pastas passa de 22 para 23.

Outro abacaxi a ser descascado entre os parlamentares e o governo é a transferência do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) ao Ministério da Economia. O texto original previa sua alocação no Ministério da Justiça e Segurança Pública, mas um destaque aprovado na comissão mista o retirou da Justiça, o que desagradou o ministro da pasta, Sergio Moro.

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