Cura Gay e o jornalismo doente Mídia moribunda cria termos e desconstrói a informação

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Mais uma vez, a mídia, maciçamente erra ao distorcer fatos e causar polêmicas em torno de assuntos sérios, provocando um verdadeiro desserviço. Nunca existiu cura gay, termo inventado pelas mídias LGBT. Desta vez, a vítima é a decisão do juiz da 14ª Vara do Distrito Federal, Waldemar Cláudio de Carvalho, que acatou parcialmente um pedido contra uma resolução do Conselho Federal de psicologia, liberando aos psicólogos a possibilidade de pesquisar o tema ou atender os pacientes que os procurarem buscando acompanhamento profissional.

O juiz questiona a constitucionalidade da resolução do CFP e garante a liberdade científica, e atendimento profissional para quem, voluntariamente, buscar orientação psicológica sobre de sua própria sexualidade.

A liminar permite que os psicólogos atendam adequadamente as pessoas que não se aceitam em sua orientação sexual, sem o receio de serem punidos pelo conselho. 

O CFP, questiona a decisão judicial afirmando que ela abre uma possibilidade de uso de terapias de reversão sexual, que seria uma violação dos direitos humanos.

Leia decisão do juiz federal da 14ª Vara do Distrito Federal Waldemar Cláudio de Carvalho: “Sendo assim, defiro, em parte, a liminar requerida para, sem suspender os efeitos da Resolução nº 001/1990, determinar ao Conselho Federal de psicologia que não a interprete de modo a impedir os psicólogos de promoverem estudos ou atendimento profissional, de forma reservada, pertinente à (re) orientação sexual, garantindo-lhes, assim, a plena liberdade científica acerca da matéria, sem qualquer censura ou necessidade de licença prévia por parte do C.F.P., em razão do disposto no art. 5º. inciso IX, da Constituição de 1988”, determina o juiz.

Segundo a resolução 001/1999, do Conselho Federal de Psicologia, os psicólogos não podem exercer qualquer ação que favoreça a patologização de comportamentos ou práticas homoeróticas, nem adotar ação coercitiva tendente a orientar homossexuais para tratamentos não solicitados.

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