Covid mata super atleta brasileiro campeão de fisiculturismo Presidente Bolsonaro reafirma que histórico de atleta faz covid-19 ser gripezinha

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O personal trainer e ex-atleta de fisiculturismo Djalma Batista, de 49 anos, morreu nesta quinta-feira (1°/4) em decorrência de complicações da covid-19, em Anápolis (GO). Djalma ficou sete dias internado, mas não resistiu.

O ex-fisiculturista era tetracampeão goiano na Federação Internacional de Fisiculturismo e Fitness (IFBB), vice-campeão Brasileiro e bicampeão da Copa Brasil Body Classic IFBB.

Djalma era formado em educação física pela Universidade Estadual de Goiás e pós-graduado em fisiologia do exercício e nutrição esportiva. O atleta deixa esposa e uma filha de 5 meses.

Djalma em evento promovido por Arnold Schwarzenegger

Quando fisiculturista, ele triunfou em evento de Schwarzenegger no Rio de Janeiro em 2013. Djalma foi campeão na categoria amadora até 100kg do ‘Arnold Classic’.

A pandemia de covid-19 se agravou em Goiás, como na maioria dos estados Brasileiros. De acordo com a secretaria de saúde, a doença já matou 11.712 pessoas no estado.

O presidente Jair Bolsonaro compartilhou na 2ª feira 22 de março, uma reportagem da CNN Brasil que mostra a relação entre a prática de esportes e a queda de hospitalizações por covid-19. A publicação foi feita em suas páginas oficiais nas redes sociais.

“Pelo meu histórico de atleta… Bom dia a todos“, escreveu o presidente na legenda. A frase faz referência a uma declaração feita por Bolsonaro no começo da pandemia, em março de 2020.

À época, Bolsonaro chegou a dizer que seu “histórico de atleta” diminuiria sua preocupação em ser contaminado com o coronavírus. “Quando muito, acometido de uma ‘gripezinha’ ou ‘resfriadinho’”, afirmou.

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