Corrupção nas ruas: Aras beneficia Eunício, como sempre foi no Brasil PGR aceita jogo de recursos utilizado pelo criminoso

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Enquanto o vírus chinês se alastra pelo país, a velha corrupção não se isolou em casa e se mantém atuante nas ruas. Parece mentira, mas as velhas práticas se dão a luz do dia.

Ações que só quem entende de malas e caixotes compreendem, continuam a pipocar e fazer milagres.

O criminoso Eunício Oliveira, que enriqueceu roubando dinheiro do povo, conseguiu, mais uma vez, manobrar. Desta vez com a ajuda da PGR.

Augusto Aras preparou um parecer para enviar à Justiça Eleitoral uma investigação sobre Eunício Oliveira por corrupção e lavagem de dinheiro.

O problema é que, em setembro de 2019, sua antecessora, Raquel Dodge, havia descartado a suspeita de caixa 2, principal linha da defesa para deixar o caso na Justiça Eleitoral.

No inquérito, iniciado no Supremo, Eunício Oliveira é acusado de receber propina de R$ 5 milhões da Hypermarcas (hoje chamada Hypera Pharma) em 2014, em troca de atuação favorável à empresa num projeto de lei que tramitava no Senado.

O dinheiro foi repassado por meio de contratos falsos com três empresas do ex-senador, segundo delatou o ex-diretor da Hypermarcas Nelson de Mello.

A defesa de Eunício, no entanto, liderada pelo ex-procurador-geral da República Aristides Junqueira, disse que era tudo dinheiro para campanha.

Ainda no ano passado, a investigação sobre caixa 2 foi arquivada a pedido da PGR e o caso remetido para a primeira instância Justiça Federal de Brasília.

Augusto Aras, porém, quer agora desarquivar a investigação sobre crime eleitoral para mandar o caso para a Justiça Eleitoral do Ceará, como deseja a defesa. Compreendeu?

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