Confederação Brasileira de Boliche comemora 25 anos

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Fundada em 1° de dezembro de 1993, surgiu com o desmembramento da modalidade da Confederação Brasileira de Desportos Terrestres. Hoje reúne 14 federações e representa mais de 1200 atletas no país.

Jorge Thomas, presidente da Federação Paraguaia de Boliche; Camilo Perez Lopez Moreira, presidente do Comitê Olímpico Paraguaio e da Organização Desportiva Sul-Americana; Guy Igliori, presidente da Confederação Brasileira de Boliche e Vice-Presidente das Confederações Sul-Americana e Pan-Americana de Boliche; e William Rodrigues, presidente da Federação Uruguaia de Boliche.

Uma atividade física democrática e divertida, que a maioria das pessoas já praticou pelo menos uma vez na vida, mesmo que tenha sido só por lazer. Gente de qualquer idade, peso e altura pode arremessar uma bola sobre uma pista para tentar atingir 10 pinos e, quem sabe, derrubar todos de uma vez e fazer um strike perfeito. Mas boliche é esporte de precisão e estratégia: exige do atleta concentração, equilíbrio, técnica e treino. Para unir quem joga e incentivar a prática em todos os níveis, foi criada a Confederação Brasileira de Boliche (CBBOL). A organização reúne as federações da Bahia, Capixaba, do Distrito Federal, de Goiás, de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, do Pará, do Paraná, de Pernambuco, do Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, de Santa Catarina e São Paulo e é responsável pela organização dos eventos nacionais e também por ações de fortalecimento do esporte.

O ano do vigésimo quinto aniversário da entidade, que regulamenta a prática do boliche no Brasil e é reconhecida e vinculada ao Comitê Olímpico Brasileiro (COB), foi marcado por muitas medalhas. Em 2018, a jogadora Stephanie Martins, de São Paulo, foi campeã pan-americana e bateu o recorde da modalidade com pontos superiores ao recorde da categoria masculina. “Fui jogar com o objetivo de estar entre as 16 melhores mulheres na classificação final, como preparação para os Jogos de 2019. Só soube do recorde quando acabei a última linha daquele dia. Foi surreal.”

Ela começou a jogar aos 8 anos, como brincadeira. Aos 12 já disputava o circuito nacional e aos 15 participou do primeiro internacional. Com 24 anos se tornou jogadora profissional nos Estados Unidos e a brasileira segue se aperfeiçoando com cursos técnicos e o apoio da CBBOL: “Vejo o quanto nosso atual presidente luta para conseguir patrocínio e dinheiro pro nosso esporte”, ressalta Stephanie, ao valorizar o que tem sido realizado.

Para fechar 2018, o atleta Marcelo Suartz, paulista que vive atualmente no Rio de Janeiro, ficou entre os dez primeiros em campeonato mundial realizado em Las Vegas, que reuniu 149 atletas, de 83 países: “Estou me empenhando muito e trabalhando minha mente para que no ano que vem eu esteja mais preparado para o Pan-americano e ganhe um campeonato mundial pro Brasil”.

Marcelo fala sobre a evolução do esporte graças à dedicação da CBBOL: “Estamos no caminho certo. Esta gestão é, sem dúvida, a que mais avançou, principalmente na estruturação de dados, no planejamento e na organização financeira da entidade. Agora nosso grande desafio é entrar nas Olímpiadas de 2024”.

Ao longo destes 25 anos os atletas brasileiros trouxeram medalhas sul-americanas na divisão adulta e na divisão juvenil e também conquistaram várias pan-americanas. O Brasil sediou o campeonato pan-americano deste ano e as duplas brasileiras. O Brasil trabalha para que boliche entre nos Jogos Sul-Americanos de 2022.

O presidente da Confederação Brasileira de Boliche – CBBOL, Guy Igliori, representou o país em reunião com o presidente da Organização Desportiva Sul-Americana – ODESUR e do Comitê Olímpico Paraguaio – COP, no mês de dezembro. A visita de Igliori, que também é o vice-presidente da Confederação Sul-Americana de Boliche e da Confederação Pan-Americana de Boliche, a Camilo Perez Lopez Moreira, contou com a presença do titular da Associação Paraguaia de Boliche, Jorge Thomas, e de outro membro da Confederação Sul-Americana de Boliche, William Rodriguez, presidente da Associação Uruguaia de Boliche. A pauta foi a inserção do esporte nos jogos Sul-Americanos Assunção 2022.

“O boliche não foi incluído nos próximos Jogos Sul-Americanos, no Paraguai, apesar de a modalidade integrar o programa dos jogos desde 1986”, explica Igliori. A questão é que o país não tem boliche automático oficial e eles teriam de fazer um investimento alto na construção de um espaço só para os jogos, com condições de sediar um torneio.

“Pretendemos ajudar na solução desse problema. Eles até têm as instalações físicas – com galpão montado, luz, ar condicionado etc. – , mas não têm as pistas”, comenta o presidente da CBBOL. A Confederação Sul-Americana tem até o final de fevereiro de 2019 para apresentar uma proposta que permita manter o esporte nos Jogos: “Podemos sugerir uma sub-sede em outro país, por exemplo, para que o boliche fique no programa dos jogos sul-americanos”, explica.

Saiba mais sobre o trabalho realizado pela CBBOL em www.bolichebrasil.com.br

SERVIÇO

Assessoria de imprensa: Frisson Comunicação

Texto: Katiuscia Sotomayor

61-9-9276-4477 (whatsapp)

Fontes: Guy Igliori – presidente CBBOL

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