Comitê de Bolsonaro com Congresso para combate covid-19 faz primeira reunião um dia depois de contabilizar 318.000 mil mortes e recorde de 3.668 em um só dia

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Depois de 318.000 mortos no país, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) abriu a primeira reunião do comitê de combate à pandemia de Covid-19 na manhã desta quarta-feira (31) com ministros e os presidentes da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG).

A criação do grupo foi anunciada na semana passada e não tem a participação de governadores. O Brasil vive fase mais aguda da pandemia, com disparada de mortes e sobrecarga do sistema hospitalar.

Um dia após o país contabilizar o recorde de 3668 mortos em 24h, presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), disse que foram contratadas vacinas suficientes para toda a população brasileira.

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), defendeu agora há pouco a criação de um grupo de controle sobre os dados da vacinação contra Covid. Para ele, a medida será importante para dar efetividade à imunização em todo o país.

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira disse que solicitou ao Ministério da Saúde a criação de um grupo de controle sobre os dados de vacinação, do número de vacinas distribuídas e pessoas vacinadas. “É importante que a imprensa nos ajude nesta cobrança. Precisamos ter este importante controle sanitário”, disse Lira.

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga disse que “O compromisso do Ministério da Saúde é com práticas científicas sólidas”, e admitiu que a maioria das vacinas distribuídas pelo Governo Federal vieram do Instituto Butantan, de São Paulo.

Queiroga disse também que o governo comprou doses da vacina indiana, mesmo sem a autorização de uso do medicamento pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Antes, o governo alegava que não comprou as vacinas da Pfzer por não concordar com as cláusulas contratuais, agora o ministro informa que 100 milhões de doses foram compradas.

Segundo Queiroga o foco agora, é na vacinação.

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