CNJ também quer amordaçar juízes e promotores Dias Toffoli preside grupo que apresentou proposta de silenciar o judiciário

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O Conselho Nacional de Justiça divulgou proposta para “orientar” o uso de redes sociais por juízes que amordaça magistrados.

O escândalo da vez, orquestrado no grupo de trabalho criado por Dias Toffoli, presidente do CNJ, tenta amordaçar magistrados, tirando-lhes a liberdade de expressão.

Malandramente, o CNJ tenta misturar decisões acertadas, com proibições absurdas, como a da interação entre juiz e o Ministério Público. Um escândalo. Notadamente o Ministério Público precisa dialogar com juízo para que este tome as decisões acertadas.

O CNJ vai além e sugere punições movidas inteiramente pela subjetividade e pela ideologia predominante no Conselho, aproveitando-se claramente do episódio criminoso da divulgação das mensagens truncadas atribuídas a Sergio Moro e Deltan Dallagnol sobre as investigações que levaram o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva para a prisão.

Segundo o CNJ, os juízes não podem “Emitir ou compartilhar opinião que caracterize discurso discriminatório ou de ódio, especialmente os que revelem racismo, LGBT-fobia, misoginia, antissemitismo, intolerância religiosa ou ideológica …” deixando clara a proteção para políticos corruptos.

Entre outras aberrações, o CNJ quer que juízes e promotores evitem conversar sobre os processos em grupos fechados de aplicativos de celular ” Evitar manifestações cujo conteúdo, por impróprio ou inadequado, possa repercutir negativamente, mesmo em grupos restritos, ou atente contra a moralidade administrativa.”

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