Cervejas Artesanais Baker, Belorizontina e Capichaba Não devem ser consumidas Duas mortes entre 20 contaminados depois de beberem, foram identificados

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Cerveja Belorizontina foi a mais contaminada

Uma perícia particular contratada pela própria cervejaria Backer confirmou a presença de dietilenoglicol nas amostras colhidas pela empresa, que pede para população não consumir os rótulos Belorizontina e Capichaba.

“Até o momento, todos os resultados batem com os divulgados pela Polícia Civil”, disse Bruno Botelho, professor da Universidade Federal de Minas Gerais e especialista em controle de qualidade de cerveja.

Botelho afirmou ainda ter encontrado a substância tóxica na cerveja dos lotes contaminados e no aparelho de refrigeração da fábrica, em Belo Horizonte.

Suspeita-se que a substância tóxica tenha intoxicado 18 pessoas e causado duas mortes no estado.

O ministério da Saúde mandou a Backer recolher do mercado todas as cervejas e chopes produzidos pela empresa entre outubro de 2019 e janeiro deste ano; também proibiu a cervejaria de comercializar qualquer rótulo.

Morte investigada em Pompéu
A Prefeitura de Pompéu, no Centro-Oeste de Minas, afirmou nesta terça-feira (14) que investiga a morte de uma mulher de 60 anos por suspeita de síndrome nefroneural. A morte aconteceu na cidade em dezembro do ano passado após a mulher consumir a cerveja Belorizontina na capital mineira. Este caso não foi incluído como notificação no boletim divulgado nesta tarde pela secretaria de saúde e pode aumentar o número para três vítimas fatais.

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