Cabral vai voltar para o Rio com bençaõ de Gilmar, Toffoli e Lewandowisk STF agride mais uma vez população brasileira que queria punição exemplar aos corruptos

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O Supremo Tribunal Federal (STF) autorizou a volta do ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral para presídio no estado. Os mesmos ministros de sempre, Toffoli, Lewandowsk e ele, sempre ele Gilmar Mendes a afrontar o interesse da população, foram responsáveis pela agressão ao povo brasileiro que está indignado com os crimes cometidos pela quadrilha de Cabral.

Cabral está preso em Curitiba desde janeiro, porque mesmo preso, ele tem comparsas no estado do Rio de janeiro, que permitiram a ele, desfrutar na cadeia, de um motel, um cineminha e academia montados às pressas para satisfazer o criminoso. Ele comia caviar, lagosta, queijos importados e bebidas variadas, além de circular livremente o dia todo se reunindo com integrantes da quadrilha que estavam presos no mesmo cárcere e recebendo visitas fora do horário permitido, principalmente do filho Marco Antônio Cabral e de outros deputados.

Hoje dia 10 de abril, o STF devolveu à Cabral o direito de rir dos brasileiros e voltar a cumprir os 100 anos a que já foi condenado, nas prisões gerenciadas por quem permite ao criminoso todo tipo de regalia.

Em verdadeiro acinte, Gilmar Mendes criticou o uso de algemas no ex-governador criminoso, que se demonstrou extremamente perigoso ao ameaçar o juiz que o julgava. Em um estado onde os assassinatos são corriqueiros e diários, não faria sentido para Gilmar Mendes o uso de algemas. “Onde quer chegar essa gente?” perguntou criticando o uso de algemas no condenado.

Mendes chegou a propor investigação sobre o juiz Sergio Moro e Caroline Vieira Figueiredo, do Rio, que determinaram a transferência para Curitiba. Talvez ele queira que Marcola e Beira Mar também retornem para presídios cariocas. 

Somente o ministro Edson Fachin votou contra a volta de Cabral ao sistema prisional carioca. O trio do Supremo que fez essa patacoada precisa ser investigado por suas decisões contraditórias e acintosas ao povo brasileiro.

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