BR Distribuidora quintuplicou valor de aluguel que nem pagava para financiador bolsonarista Empresário não declarou doações que fez para campanha de Jair Bolsonaro para presidente

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Não sou de fazer fofoca, mas um acordo um tanto estranho chama a atenção nas investigações dos atos antidemocráticos. A BR distribuidora estava sendo despejada por não pagar um aluguel de um terreno de um posto, mas fez um m acordo para quintuplicar o valor do aluguel que nem pagava por achar caro.

O acordo foi celebrado entre a BR Distribuidora e o empresário Otávio Fakhoury, dono da Epoff Empreendimentos e Participações Imobiliárias.

O reajuste do aluguel pelo terreno onde funciona o posto, era de R$ 30 mil, mas nem era pago e pulou para R$ 150 mil reais, com validade a partir de janeiro de 2019, início do mandato de Jair Bolsonaro.

Fakhoury diz que o acordo não tem relação com o governo Bolsonaro nem com atos antidemocráticos investigados pela PF.

Fakhoury desistiu de uma ação de despejo contra a BR Distribuidora e assinou o acordo para quintuplicar o valor do aluguel cobrado da estatal pelo uso de um posto de combustíveis em São Paulo depois da posse de Jair Bolsonaro.

A transação foi relatada pela Polícia Federal no inquérito dos atos antidemocráticos, cujo sigilo foi derrubado nesta segunda-feira 7, pelo ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Moraes. Fakhoury é investigado por financiamento dos atos que pediam o fechamento do STF e do Congresso Nacional no ano passado.

Com o acerto, o empresário desistiria de uma liminar que havia obtido em 2017 na Justiça paulista determinando o despejo da estatal da área por atraso nos pagamentos.

Por meio de advogados Fakhoury, afirmou que o acordo feito pela empresa Epof com a BR Distribuidora não tem nenhuma relação com o governo Bolsonaro nem com os atos antidemocráticos investigados pela PF.

A quebra do sigilo sobre o processo que investiga a convocação e financiamento de atos antidemocráticos, que pregavam um golpe militar com manutenção do presidente Jair Bolsonaro no poder, mostra notas ficais que demonstram que o empresário Otávio Fakhoury bancou material de campanha do presidente Jair Bolsonaro em 2018 sem declarar à Justiça Eleitoral.

O relatório da PF aponta que o empresário bolsonarista Otávio Fakhoury bancou quase R$ 50 mil em material para a campanha. Os gastos não constam na declaração à Justiça Eleitoral. Os investigadores apreenderam com o empresário notas fiscais de duas gráficas que imprimiram milhares de adesivos e panfletos”.

Sem fazer fofoca alguma, gostaria apenas de saber porque raios de motivos o Procurador Geral da República do Exército de Bolsonaro pediu para arquivar essa lama toda.

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