Bolsonaro x Impresa

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O que estamos assistindo e lendo diariamente nos jornais pode ser considerado uma guerra de versões. Ações orquestradas de ataques ao governo e a figura do presidente parece não ter fim. Tudo é motivo para incitar uma guerra de fatos e versões sobre a verdade.

O vale tudo por poder. Os grandes grupos de comunicação e seus jornalistas não aceitaram os resultados das urnas após quase 2 anos de Governo Bolsonaro, não dão trégua alguma desde então, não aceitam que um Capitão do Exército pode chegar tão longe. Sem conchavos, sem lamber jornalista ou seus patrões. Colocando técnicos nos ministérios não negociando tanto com os partidos e fechando a torneira financeira das grandes grupos de mídias.

Sem a polidez e leniência de FHC, sem a astúcia política e ambição por poder de Lula e a insanidade gestora de Dilma. O Capitão Bolsonaro é fruto de quem não aguentava mais ser roubado, enganado e feito de palhaço, uma pessoa linha dura sem papas na língua. Fala o que quer e não esta preocupado com o que a grande mídia vai dizer, pois desenvolveu uma forma de comunicar mais simples e pulverizada que é a internet.

É louvável um jornalismo crítico, como deve ser sempre, mas o que estamos assistindo é a tentativa da desconstrução de imagem. Tentam de toda forma ligar Bolsonaro a algum crime, uma hora é caso Mariele, em outra a milicianos e quando isso não funciona batem no primeiro escalão desqualificando os Ministros.

O resultado é uma velha estratégia, vamos dividir para conquista. Estamos assistindo grandes colunistas, que são pagos por grandes grupos de comunicação, estamparem manchetes mentirosas e sensacionalistas, sem fundamento legal algum, mas simplesmente pejorativa na busca de ligar o presidente a tudo que for ruim para sua imagem. Como não existe uma assessoria presidencial com maior traquejo em lidar com as situações e o Bolsonaro não gosta de sair do confronto direto, o desgaste é nítido.

O que preocupa mesmo é uma mídia que ri das piadinhas dos ex-presidentes, como faziam com FHC, Lula e Dilma. Quando encobertam casos de desvios de verbas públicas, pois estes mesmos veículos enchiam seus bolsos com campanhas publicitárias e para tal ficavam calados.

Lula pegava mais pesado com linguajar chulo, desqualificando mulheres com expressões como a fulana “tem grelho duro “, não sei quem é “da região tal é viadinho”, mas não foi descriminado como machista ou homofônico. FHC era um galanteador e teve caso com jornalista desrespeitando a primeira Dama Dona Ruti Cardoso, mas nenhuma palavra foi escrita e todos sabiam.

É evidente que não temos um Lord na presidência, que Bolsonaro não tem o perfil que sonhamos para um cargo tão importante, mas é alguém honesto, franco demais e sem filtro para lidar com as mudanças da sociedade moderna, apenas um senhor de meia idade com um pensamento mais ortodoxo, republicano e conservador. Que não estamos acostumados e a imprensa não esta sabendo lidar, então o ataque virou regra.

Tudo é uma percepção de realidade, só que esta se apresenta para cada um de forma diferente. Enquanto o povo aprova o posicionamento mais rígido para preservação da família, seus costumes e tudo mais que Bolsonaro acredita ser correto. A mídia o crucifica por não ser antenado, feminista e tendo posições mais abertas sobre a liberdade de expressão.

Querem democracia, no entanto democracia requer respeito mútuo, as instituições, a imprensa, como também a imagem do presidente. A imprensa esta confundindo liberdade com libertinagem. A mídia se tornou devassa, licenciosa e esta extrapolando o que tanto prega, a liberdade.

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