Bolsonaro quer depoimento de porteiro na PF Presidente se queixou de matéria publicada no Jornal Nacional da TV Globo

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O presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou nesta quarta-feira (30) estar conversando com o ministro da Justiça, Sergio Moro, para que o porteiro de condomínio onde mantém residência no Rio de Janeiro possa ser ouvido novamente em depoimento na investigação que apura a morte da vereadora carioca Marielle Franco (PSOL), mas pela Polícia Federal.

“O porteiro ou se equivocou ou não leu o que assinou. Pode o delegado [da Polícia Civil] ter escrito o que bem entendeu e o porteiro, uma pessoa humilde, né, acabou assinando embaixo. Isso pode ter acontecido. Estou conversando com o ministro da Justiça, o que pode ser feito para a gente tomar, para a polícia pegar o depoimento novamente. O depoimento agora desse porteiro pela PF”, declarou.

Nas redes sociais o Presidente da República se queixou da forma em que o fato foi publicado no Jornal Nacional da TV Globo.

Bolsonaro também disse que, no dia 14 de março de 2018, data da morte de Marielle Franco, ele registrou presença na Câmara às 17h41 e às 19h36.

Rebateu, com isso, declaração do porteiro de seu condomínio, que disse que, por volta das 17h10, teria falado com o “seu Jair”, ao ligar para sua casa no condomínio Vivendas da Barra, para saber se um dos suspeitos do assassinato, Élcio Queiroz, poderia se dirigir à residência

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