Bolsonaro nomeia investigado para agradar centrão da a corrupção Primeiro indicado da quadrilha que corroeu o país com o PT assumiu ontem

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O presidente Jair Bolsonaro nomeou com publicação pelo Diário Oficial da União (DOU) desta quinta-feira (07) mais um indicado pelo Centrão, o núcleo politico considerado o mais corrupto, pela grande quantidade de envolvidos em diversos escândalos como os da Lava Jato, Mensalão e Correios.

Para se aproximar da quadrilha do Centrão e se livrar de um iminente processo de impedimento, Bolsonaro trouxe para trabalhar em seu governo, como Secretário Nacional de Mobilidade, do Ministério do Desenvolvimento Regional (MDR), Tiago Pontes Queiroz.

Queiroz já chega sujo ao governo Bolsonaro. Ele possui pendências na Justiça e ainda responde à acusação de improbidade administrativa em um processo onde também é réu o ex-ministro da Saúde, Ricardo Barros.

Tiago Queiroz já chegou a atuar como Coordenador de Compra por Determinação Judicial e como Diretor do Departamento de Logística, ambos do Ministério da Saúde.

Com o aval da Secretaria de Governo, vinculado ao Palácio do Planalto, o governo federal continua a nomear as indicações de partidos do Centrão. Servidores efetivos dos órgãos criticam os nomes que estão recebendo como “sugestões” por considerarem indicações “pouco republicanas”. A maior concentração de representantes do bloco, que reúne nove legendas, tem se dado no MDR.

O primeiro indicado pela quadrilha do “Centrão da Corrupção” ao governo de Bolsonaro foi para dirigir o Dnocs, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas, que tem um orçamento de R$ 1 bilhão.

O senador Ciro Nogueira, investigado por corrupção em vários processos, e o deputado Arthur Lira, do PP, indicaram o nome dele em troca de apoio a Jair Bolsonaro.

As primeiras reuniões do presidente Jair Bolsonaro e ministros com parlamentares do chamado Centrão ocorreram no início de março. Foram pelo menos 17 encontros. Presidentes e líderes do PP, Republicanos e PL, entre outros partidos, estiveram no Palácio do Planalto.

O Centrão já participou da base de outros governos, como de Dilma Rousseff e Michel Temer trocando apoio por cargos.

Na quarta-feira (6), o Diário Oficial consumou a traição aos eleitores que acreditaram na luta contra a corrupção ao elegerem Bolsonaro, com a nomeação de Fernando Marcondes de Araújo Leão para a direção geral do Dnocs, o Departamento Nacional de Obras Contra as Secas.

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