BITCOIN levava dinheiro roubado para fora do país Lava Jato prendeu chefe da Polícia Especializada do Rio

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A Lava Jato descobriu que integrantes da quadrilha de Sérgio Cabral, ex-governador do Rio de Janeiro, hoje presidiário usava a cripto moeda Bitcoin para evasão de moeda brasileira. Segundo a Receita Federal, foram pelo menos R$ 300 mil transferidos em quatro operações de compra e venda da “moeda” virtual. 

O delegado Marcelo Luiz Santos Martins, chefe da Delegacia de Polícia Especializada do Rio, preso hoje na Operação Pão Nosso emitia notas fiscais “frias” para a TransExpert, Refinaria de Manguinhos (Refit), Dirija e Toesa.

O delegado preso comanda a Coordenadoria de Recursos Especial (CORE), a Divisão Antissequestros (DAS), a Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Draco), a Delegacia de Polícia Fazendária, a Delegacia de Homicídios da capital, a Delegacia de Roubos e Furtos de Automóveis, além, de outras delegacias.

A quadrilha, que roubou pelo menos R$ 73 milhões dos cofres públicos superfaturando e fraudando o fornecimento de pãozinho para os contava com o ex-secretário de administração penitenciária de Sérgio Cabral, César Rubens Monteiro de Carvalho.

Até agora, 7 dos 16 investigados com pedido de prisão expedido foram detidos. 

Além se superfaturar o pão em 50% acima do valor, o governo Cabral pagava duas vezes comprando os ingredientes do pão, usavam a mão de obra dos presídios recebiam pelo pão produzido.  Eles utilizavam uma organização sem fins lucrativos, a Primus usou energia elétrica, água e ingredientes fornecidos pelo Estado para fabricar o pãozinho em máquinas panificadoras instaladas dentro das unidades prisionais. A cada três dias de trabalho o preso recebia indulto de um dia de pena.

A tecnologia de criptomoedas, não reconhecida pela Receita Federal se tornou o caminho da lavagem e canal de levar o dinheiro roubado do contribuinte para o exterior.

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