Alto lá, Capitão! Flávio é calcanhar de Aquiles. Lava Jato não pode ser atacada Lava Jato tem de ser preservada e investigações dependem do Coaf

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Infelizmente a história parece se repetir e o Brasil se espanta ao ver o presidente Bolsonaro abrindo brechas contra o que defendeu e o levou ao poder.

Talvez no intuito de defender seu filho, o senador da República, Flávio Bolsonaro, o presidente sinaliza um  espantoso ataque ao COAF (Conselho de Controle de Atividades Financeiras).

Caso seja confirmada a troca do comando do órgão, hoje por indicado pelo ministro Sergio Moro, Roberto Leonel, este será o maior golpe contra  a operação.

A  Lava Jato sofre seu maior ataque institucional e por questões contrárias ao interesse dos que elegeram Bolsonaro presidente.

O Brasil exigiu mudanças neste tipo de comportamento dando vez à um candidato que demonstrava estar fora dos conluios que dilapidaram o país.

Eleitores de Bolsonaro, até mesmo alguns mais radicais em sua defesa, já estampam espanto e reproduzem o “Alto lá Capitão, a Lava Jato não”, em relação ao verdadeiro “calcanhar de Aquiles” deste governo, os filhos do presidente.

Roberto Leonel criticou, como a maioria dos eleitores de Bolsonaro,  a decisão do presidente do Supremo Tribunal Federal, Dias Toffoli de suspender  investigações baseadas em informações do Coaf sem autorização da Justiça.

Toffoli aceitou com prazer o pedido feito por Flávio Bolsonaro, em proceso que está sendo investigado por indícios de desvios de recursos,  quando era vereador no Rio de Janeiro.

A investigação atinge diversos vereadores e funcionários da Assembléia Legislativa do município e usa dados de transações bancárias obtidas no Coaf, que apontam apropriação de parte de salários de funcionários.

Interferir nas investigações sobre corrupção, é o desejo dos contumazes criminosos do colarinho branco, alguns devidamente engaiolados com ajuda de dados de transações levantadas pelo Coaf e outros exercendo mandatos salvos por decisões como a de Toffoli, que protegeu Flávio, o calcanhar de Bolsonaro da  vez, e pode beneficiar até o ex-presidente Lula de pegar mais alguns anos de cadeia.

lucrou até 292% em transações imobiliárias suspeitas de lavagem de dinheiro. Segundo o Ministério Público do Rio de Janeiro, negócios com 19 imóveis comprados por R$ 9,4 milhões entre 2010 e 2017 renderam lucros de R$ 3 milhões. O dinheiro teria real origem em parte de salários de servidores do gabinete do então vereador.
Nós, brasileiros, de direita e por direito alertamos:
Alto lá, Capitão!
                        Marcos Roberto 4/8/2019

 

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