Alerta: PIT BULL não deve ser criado. Ataque de cão poderia ter matado criança de 5 anos Raça é proibida em diversos países

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Muita gente não acredita nos alertas de especialistas sobre o perigo da criação de cães da raça Pit Bull.

Essas pessoas colocam em risco a vida de crianças, idosos e deles próprios por teimosia ou desconhecimento. Nesta segunda feira, por pouco, uma criança de apenas cinco anos foi salva por um rapaz desconhecido no Rio de Janeiro. As cenas são impressionantes.

Assista o vídeo que felizmente não terminou em tragédia aqui: 

A criança teve corte profundo no pescoço, a babá também foi ferida e quebrou o braço, além dos ferimentos das mordidas nas pernas de Patrick do Céu que salvou a criança.

Os cães da raça Pit Bull atacam enquanto a vítima estiver viva. Eles possuem instinto que determina o ataque mortal.

Cães da raça Pit Bull tem um potencial devastador para a violência, seja graças à sua agressividade geneticamente inata ou à sua força e capacidade de ataque singular. Verdadeiras feras de combate, causam inúmeras mortes.

O Pit bull é proibido na Inglaterra, Noruega e Dinamarca. Na Europa, vários países adotaram projetos para tentar erradicar os ataques de cães. Inglaterra, Noruega e Dinamarca optaram por medidas radicais: simplesmente proibiram a raça.

Portugal e a Bélgica tentam regulamentar a criação e os cuidados que os proprietários devem ter com os cães para que tragédias não ocorram. Na Dinamarca, além da proibição dos pit bulls, do tosa – raça japonesa de grande porte – e de suas variações, todos os cães do país devem ser registrados nos órgãos do governo e identificados com microchips ou tatuagens. Tine Miang, o presidente do Kennel Club da Dinamarca – o representante da Federação Internacional de Cinofilia (FCI – Fédération Cynologique Internationale) no país, informa que a polícia tem o poder de obrigar que determinado exemplar de cachorro use focinheira para sair na rua.

Jean-Charles, do Kennel Clube da Bélgica, ressalta que o pit bull não é uma raça reconhecida pela FCI. Ele conta que a lei belga abole o conceito de “raças perigosas” e classifica cães como “potencialmente perigosos”.

Na Bélgica, diz Jean-Charles, os donos são considerados inteiramente responsáveis pelos seus cães e os clubes de cinofilia do país oferecem instruções e treinamento para a socialização dos animais.

Em Portugal, a lei classifica raças “potencialmente perigosas” e obriga o uso de focinheiras e a identificação do cachorro com microchip.

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