Acusado de expor pessoas a risco de morte mantém Lula ministro do Brasil. justiça do Rio também derruba liminar

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O presidente do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1), Cândido Ribeiro, derrubou nesta quinta-feira (17) a decisão liminar (provisória) do juiz federal, Itagiba Catta Preta Neto da 4ª Vara do Distrito Federal que suspendia a nomeação do ex-presidente, Luís Inácio Lula da Silva, ministro da Casa Civil, do mergulhado em crise e escândalos, jamais vistos em toda a história do Brasil, o governo Dilma Rousseff.

Candido já ficou famoso por colocar em risco a sociedade. Ele é investigado pelo Conselho Nacional de Justiça por causar acidente dirigindo sob o efeito de álcool em 2014.

Mas, mesmo com a decisão do juiz maranhense, uma decisão da juíza Regina Coeli Formisano, da 6ª Vara da Justiça Federal no Rio de Janeiro, concedeu, outra liminar proibindo a posse de Lula. Essa liminar também foi cassada na tarde desta sexta-feira pelo desembargador Reis Fride Do Tribunal Regional Federal da 2ª Região.Resta saber quando os ministros do Supremo Tribunal Federal, aqueles acusados por Lula de serem um bando de covardes, ou o Superior Tribunal de Justiça, também achincalhados por Lula em sua honra, mostrarão ao líder petista, atualmente investigado por diversos crimes, que o achincalhamento imposto pela quadrilha que continua a roubar, e desta vez, mais que dinheiro, a dignidade de uma nação, não pode ser aceito e não é maior do que a Lei.

Lei que diz haver um desvio de função na nomeação de Lula, que na verdade afasta o processo contra o ex-presidente, das mãos do juiz mãos limpas, Sergio Moro. Isso com todos os indícios e até com uma gravação válida pela justiça, que mostra o cientista político Alberto Carlos, debochado e boca suja, orientando o desorientado Lula, a assumir um ministério de Dilma para não ser preso. Isso é muito mais que uma vergonha.

O Supremo Tribunal Federal já recebeu mais de uma dezena de ações contra a nomeação de Lula como ministro da Casa Civil. Correm mais de 20 ações em diversas varas federais contra o ato de Dilma, além de parte de a população ir às ruas protestarem contra a manobra.

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