A CASA CAIU: Gilmar Mendes recebeu dinheiro de criminoso que mandou soltar Preso pela Lava Jato financiava ministro do Supremo que o soltou

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O criminoso Orlando Diniz, ex-presidente da Fecomércio, que já é réu em diversos processos da Lava Jato no Rio de Janeiro, por corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa financiava o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes. Mendes Soltou o criminoso no último dia 1 de junho.

O Ministério Público Federal (MPF) no Rio de Janeiro pediu à Procuradoria-Geral da República (PGR) o impedimento ou suspeição do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). O pedido vale para todos os processos que envolvem o criminoso.

Orlando Diniz presidiu por 20 anos a Federação do Comércio do Rio (Fecomércio) e já foi descoberta pela força-tarefa da Lava Jato, pelo menos uma transferência de R$ 50 mil para a escola de direito de Gilmar Mendes, o IDP.

O criminoso abastecia as contas da empresa de Gilmar Mendes que atuou sorrateiramente para soltar quem lhe repassava recursos de origem duvidosa, já que Diniz estava preso, acusado de corrupção.

A quebra do sigilo da Fecomércio foi autorizada pelo juiz Marcelo Bretas, da 7ª Vara Federal Criminal e Gilmar Mendes soltou nos últimos 20 dias pelo menos 20 criminosos presos por Marcelo Bretas, numa clara retaliação as investigações que estão chegando a seu nome.

Entre 2015 e 2017, pelo menos três eventos da faculdade de Gilmar Mendes foram patrocinados pela Fecomércio-RJ: um no Rio de Janeiro e dois em Lisboa, Portugal, mas ainda não foram divulgados os valores que o preso, investiu na faculdade do juiz que mandou soltá-lo.

 

 

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